Águas do Algarve reforça aposta na água da torneira

Águas do Algarve reforça aposta na água da torneira

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Pessoa a beber água
Águas do Algarve sublinha a qualidade de excelência da água da rede pública

O número impressiona mas é um facto. 651 milhões de metros cúbicos de água numa década é a quantidade de água fornecida pela Águas do Algarve (AdA) aos consumidores da região entre 2003 e 2012, uma média de 65,1 milhões de metros cúbicos do precioso líquido por ano.

É com este volume de água que se dá de beber a uma população residente de perto de 452 mil habitantes e a um fluxo de população flutuante de mais de 725 mil pessoas por ano. A responsabilidade é colossal na garantia de que a água do Sistema Multimunicipal de Abastecimento de Água do Algarve (SMMAA), preenche todos os requisitos legalmente exigidos.

Não obstante, a AdA vai mais longe segundo Teresa Fernandes, responsável pela área de comunicação da empresa. “A Águas do Algarve nunca se conformou com apenas o cumprimento rigoroso dos parâmetros legalmente exigidos em termos da qualidade da água e desde sempre que apostou em para além disso garantir interna e externamente a qualidade da água, recorrendo aos mais avançados meios tecnológicos e aos mais reputados laboratórios e sistemas de certificação de qualidade”.

A AdA é responsável pela disponibilização de água aos municípios da região em 72 pontos de entrega em alta, locais onde  as Câmaras recebem a água em alta pressão e a partir dos quais a gestão da distribuição e qualidade do produto é da responsabilidade das autarquias. Até estes pontos de entrega, toda o sistema de captação, tratamento e adução da água que bebemos é da responsabilidade da AdA.

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A viagem da água na região

No longo percurso, vigiado atentamente por sistemas de controlo sofisticados, a água percorre 455 quilómetros de condutas e 27 estações elevatórias, capazes de levar aos quatro cantos do Algarve a água tratada em quatro estações de tratamento e armazenada em 13 reservatórios com uma capacidade de encaixe de 63.341 metros cúbicos.

“O nosso laboratório, certificado para realizar análises em 178 parâmetros, controla todo o processo até aos pontos de entrega realizando em permanência milhares de análise anuais”, refere Teresa Fernandes, que sublinha, “só assim podemos responder às rigorosas exigências das certificações atribuídas à água que fornecemos por entidades independentes”.

A água algarvia soma à certificação em qualidade pela norma ISO22000 (sistema de gestão da segurança alimentar) e ERSAR n.º 02/2011 (certificação do produto água para consumo humano), as certificações da AdA pelas normas ISO 9001 (qualidade), ISO 14001 (ambiente), OHSAS 18001 (higiene, segurança e saúde no trabalho) e SA 8000:2008 (responsabilidade social).

 O reforço da posição do produto água da torneira

A qualidade de excelência da água fornecida aos algarvios está na base de mais uma campanha que a AdA lança a partir de 1 de Outubro, a propósito do Dia Nacional da Água, que aposta no reforço da posição do produto água da torneira no mercado algarvio de consumo de água.

A  AdA pretende desmistificar a ideia preconcebida, que ainda resiste, de que a água no Algarve não tem qualidade suficiente e, em muitos casos, que a suposta falta de qualidade resulta de captações de água subterrânea. Teresa Fernandes é clara, “a AdA apenas capta água subterrânea em 15 furos sujeitos ao mais rigoroso controlo de qualidade e a esmagadora maioria da água fornecida resulta de captações em barragem, aliás esse é um dos grandes avanços do SMMAA da região que pôs termo ao abastecimento maioritário a partir de furos artesianos retirando do sistema, desde 1995, 170 captações subterrâneas”.

“A ideia de que a água algarvia tem fraca qualidade é um conceito anquilosado fruto de décadas de um sistema de fornecimento de água cujos parâmetros de qualidade exigidos eram rudimentares. A realidade hoje é exactamente a oposta e é isso que temos de fazer passar enquanto mensagem de segurança para os algarvios”, refere a responsável da empresa que investiu mais de 314 milhões de euros na qualidade da água que hoje bebemos.

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