Ana Moura esgota auditório municipal de Olhão

Ana Moura esgota auditório municipal de Olhão

309
PARTILHE
A fadista Ana Moura
Ana Moura encantou a plateia com um ‘novo’ fado

A fadista Ana Moura cantou e encantou as centenas de pessoas que tiveram bilhete para assistir ao concerto que deu no auditório de Olhão, num espectáculo inserido na agenda cultural da autarquia local.

A sala esgotou e o público que assistiu ao concerto saiu confortado com o magnífico espectáculo proporcionado numa nova ‘roupagem’ na forma de cantar o fado e de o acompanhar no que toca a música e arranjos.

A fadista, criadora de uma matriz de um novo estilo de abordar a canção de Lisboa, deu-lhe mais ritmo e melodia e tornou-a menos tristonha ao ser acompanhada musicalmente por um grupo genial de músicos onde se incorporam guitarristas, pianista, baixo e bateria.

Durante quase duas horas a fadista interpretou fados tradicionais e outros do seu último disco “Desfado” e, no final, teve de voltar ao palco a pedido do público que a aplaudiu de pé.

- Pub -

O  presidente da Câmara de Olhão, Francisco Leal manifestou ao POSTAL o seu agrado pelo espectáculo e pela adesão do público que esgotou o auditório. “Procuramos dar a Olhão o melhor como sempre o fizemos ao longo dos anos que tivemos privilégio de trabalhar pelo concelho”, referiu o autarca agora em fim de mandato.

Francisco Leal manifestou a convicção de que “seja quem for que o povo escolha para a autarquia, o auditório de Olhão continuará a receber os artistas locais e nacionais e a afirmar-se como um pólo de cultura na região”.

Por outro lado, a fadista Ana Moura elogiou a sala e o público olhanense que considerou “carinhoso” e apreciador da sua música. “Gostei muito desta sala”, tem boas condições acústicas, um bom palco e é um espaço muito agradável, com um público maravilhoso” elogiou a fadista que promete voltar um qualquer dia.  

Escultura no foyer

À entrada para o concerto de Ana Moura, no foyer do auditório, incontoanável é a curiosa exposição de escultura moderna com um simbolismo particular, “o germinar da vida” da autoria Leandro Sidoncha.

Trata-se de um conjunto de peças trabalhadas em pedra branca mostrando o germinar da vida retirada da terra. A integrar o conjunto algumas peças dedicadas ao trabalho e ao mar.

A exposição estará patente até ao dia 28 de Outubro estando ‘rotulada’ sob o nome “Diálogos Pétreos”.

O escultor nascido em Lisboa é um autodidata que, para além da escultura tradicional como profissão, aposta na sua sensibilidade mais artística para produzir peças especiais que o definem como um escultor de valor artístico de valia pela sua ‘marca’ de transformar uma pedra numa peça de esplendor visual que atrai mesmo os mais “distraídos” e desinteressados pela arte.

 

 

 

Facebook Comments
PARTILHE
Email: jornalpostal@gmail.com

Comentários no Facebook