‘Marca’ Dieta Mediterrânica esteve na BTL

‘Marca’ Dieta Mediterrânica esteve na BTL

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Desidério Silva
Desidério Silva na BTL em Lisboa

Baku, capital do Azerbaijão, foi a cidade onde (a 4 de Dezembro passado) Portugal recebeu da UNESCO a distinção de Património Imaterial da Humanidade, tendo por base a candidatura transnacional da Dieta Mediterrênica.

Tavira encabeçou a candidatura portuguesa e, por via disso, a cidade e a região do Algarve, através da Região de Turismo, liderada por Desidério Silva, levaram à BTL a distinção como a mais recente marca de diferenciação algarvia enquanto produto turístico.

Ser património da humanidade é ter uma mais-valia associada que, se bem aproveitada, pode fazer toda a diferença num mercado turístico mundial onde a procura cresce, mas a oferta cresce ainda mais.

Assim, a competitividade dos destinos, nomeadamente os tradicionais como o Algarve, depende da associação ao produto turístico de base de um cada vez maior número de ofertas alternativas e complementares.

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A gastronomia, mas muito mais do que isso, a forma de ser e estar e a identidade profunda da dieta mediterrânica desempenham nesta matéria um papel fulcral que, embora ainda a dar os primeiros passos, urge fazer vingar e dar a conhecer.

Os mercados tradicionais de emissão de turistas mas, mais ainda, alguns mercados diversificados como os Estados Unidos da América ou o Canadá, bem como os mercados europeus de menor expressão actual no portefólio do Algarve, podem e devem ser potencializados tendo como argumento esta distinção.

Quando ainda se tentam desenvolver plataformas comuns capazes de potenciar o que a classificação como Património Imaterial da Humanidade significa para a região, nomeadamente através do trabalho a ser desenvolvido pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve, a autarquia de Tavira e a Região de Turismo, em parceria com outras entidades regionais e nacionais, este primeiro passo de promoção na BTL é significativo.

Não estando desenquadrado, nem pondo em questão a criação de uma linha comunicacional sólida e integrada, estes primeiros alvores desta nova ‘marca’ associada à região são determinantes no entendimento completo do valor da distinção da agência da ONU, mas também constituem, uma vez bem compreendidos, um tubo de ensaio capaz de ajudar a desenhar a forma como de futuro o Algarve será, como deve ser, indissociável do conceito turístico associado ao Património da Humanidade.

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