Câmara de Lagos volta a atribuir bolsas de estudos

Câmara de Lagos volta a atribuir bolsas de estudos

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A educação continua a ser uma das áreas prioritárias da câmara de Lagos
A educação continua a ser uma das áreas prioritárias da Câmara de Lagos

A Câmara de Lagos aprovou a atribuição de bolsas de estudo, medida que tinha sido suspensa em 2011/2012. Assim, já no próximo ano lectivo estarão disponíveis 25 bolsas de estudo, sendo que podem ser admitidos a concurso candidatos detentores do grau licenciado, no âmbito de cursos com mestrado integrado.

“A educação continua a ser uma das áreas prioritárias de acção no concelho, foi igualmente decidido que se iria privilegiar a atribuição de bolsas de estudo em detrimento das bolsas de investigação, canalizando para as primeiras a totalidade da verba disponível”, refere o executivo camarário lacobrigense em nota de imprensa.

O executivo deliberou também, e tendo em conta os graus de habilitação pós-Bolonha, proceder a uma actualização no actual Regulamento para que passe a ser possível a admissão de candidatos que já detenham grau de licenciado no âmbito de cursos com mestrado integrado. Foram também nomeados para membros do júri, o vice-presidente Hugo Pereira e a vereadora Maria Luísa Teixeira. Como suplente ficou o vereador Luís Barroso.

De realçar que esta decisão da atribuição das bolsas de estudo teve também em conta o facto da acção social escolar no ensino superior ter sofrido alterações que limitam o acesso dos alunos a apoio financeiro que necessitariam para o prosseguimento dos seus estudos. “Este impacto é tanto mais negativo quanto maior a distância do local de residência dos alunos ao estabelecimento de ensino superior que frequentam, pois essa condição acarreta toda uma série de despesas adicionais, decorrentes das necessidades de alojamento, transporte e alimentação que no caso dos alunos residentes nas proximidades da universidade/faculdade não se coloca”, explica a autarquia.

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Em concelhos distantes dos meios académicos, como é o caso de Lagos, o executivo defende que “faz todo o sentido o município, no âmbito das suas competências e na medida das suas possibilidades financeiras, apoiar estes alunos favorecendo a sua qualificação e, por essa via, a sua empregabilidade, condição imprescindível à construção de um projecto de vida em termos profissionais, pessoais e familiares”.

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