Alargada interdição de apanha de bivalves

Alargada interdição de apanha de bivalves

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Apanha de bivalves está proibida devido à presença de toxinas
Apanha de bivalves está proibida devido à presença de toxinas que provocam intoxicação diarreica

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) estendeu a interdição da captura de bivalves, no litoral entre Faro e Olhão, às ostras e às amêijoas pé-de-burrinho, devido à presença de toxinas.

Com a proibição da captura daquelas duas espécies de bivalves, de acordo com a última actualização daquele instituto, datada de quarta-feira, passa a estar interditada a captura de todos os bivalves na faixa litoral entre Faro e Olhão, devido à presença de toxinas que provocam intoxicação diarreica.

Em comunicado, publicado no sítio de internet do IPMA, o instituto adianta que a proibição da captura de todos os bivalves se mantém na faixa litoral entre Tavira e Vila Real de Santo António.

Por outro lado, já é possível capturar ostra e berbigão na zona de Cacela, na Ria Formosa, estando, no entanto, todos os outros bivalves daquela zona sujeitos à interdição temporária de apanha, com vista à comercialização e consumo.

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Na Ria Formosa está também interditada a apanha de todas as espécies de bivalves nas zonas Olhão 1 e Olhão 4 e todas, excepto o mexilhão, na zona Olhão 3, adianta o IPMA.

Também na Ria Formosa, mas nas zonas Tavira 2 e Cacela, está proibida a apanha de todos os bivalves, excepto ostra e berbigão.

(Agência Lusa)

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