Castro Marim convida a reviver os Dias Medievais

Castro Marim convida a reviver os Dias Medievais

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Castro Marim fecha Agosto com chave de ouro
Castro Marim fecha Agosto com chave de ouro

Castro Marim recebe, entre 28 e 31 de Agosto, a edição de 2014 dos Dias Medievais, a festa maior do concelho que tornou a vila num destino obrigatório para os amantes das mostras dedicadas à temática medieval.

Mas os Dias Medievais são únicos e propõem um périplo por outros tempos, num convite a sonhar acordado com damas e cavaleiros, artífices e malabaristas, cuspidores de fogo e domadores de animais, por entre lutas de espantar quem assiste aos ‘ferozes’ torneios que retratam a brutalidade da época.

Longe das cenas da peste negra que dizimou a Europa da idade das trevas, Castro Marim convida a sorrisos, a deliciar-se com os tradicionais banquetes medievais e deixar-se levar por um sem fim de propostas verosímeis de tempos de outrora vividos dentro e fora do castelo da vila. 

Um tempo fora do tempo

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Nos Dias Medievais de Castro Marim o século XXI fica à porta da vila e do centro à altaneira fortificação que mira do alto o Guadiana, o tempo corre fora deste nosso tempo e convida a esquecer por momentos a realidade, numa viagem a um espaço recheado de segredos e surpresas.

O cenário, constituído pela malha urbana e pelo património castromarinenses, dá ao evento uma nota de real que sobressai e não deixa espaço para qualquer fuga ao imaginário que a vila propõe aos visitantes por estes dias.

Trajados a rigor, figurantes e gentes da terra, miúdos e graúdos, dão corpo a episódios de inesquecível beleza.

É tempo de revisitar a história por terras de Castro-Marim e de contemplar a beleza rara de uma povoação que não esquece a suas origens de bastião maior da defesa da fronteira sul do país. 

Do povo à realeza, um mar de história

Do povo à realeza, do camponês ao titular nobiliárquico, há um conhecimento que se propõe leve para casa depois de uma visita aos meandros dos Dias Medievais.

Ali se mostra a arte do ferreiro, a destreza do espadachim, a delicadeza das brasonadas famílias e a rudeza de um povo a quem pouco mais restava do que sobreviver à miséria ditada pela ditadura esclarecida de nobres desprezíveis.

O convite estende-se aos sabores e aromas das iguarias de outrora, dos sumos de Baco às maceradas delícias ensopadas, feitas a primor sobre as chamas em caldeirão fumegante, com especial destaque para o banquete medieval.

Tudo a não perder em quatro dias de passeio pelo imaginário de um tempo perdido nos recantos da história e que pode agora reviver em pleno numa visita à terra onde todos os caminhos vão dar neste final de Agosto, Castro Marim.

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