Editora da revista Egoísta fala sobre escrita em Loulé

Editora da revista Egoísta fala sobre escrita em Loulé

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A Biblioteca Municipal de Loulé vai receber a escritora Patrícia Reis na próxima quarta-feira
A Biblioteca Municipal de Loulé vai receber a escritora Patrícia Reis na próxima quarta-feira

A Biblioteca Municipal Sophia de Mello Breyner Andresen recebe na próxima quarta-feira, pelas 21.30 horas, Patrícia Reis, nome consolidado da nova geração literária portuguesa.

A escritora participa no já conhecido ciclo de encontros com poetas, ficcionistas e ensaístas de referência, “Discursos Directos”. Patrícia Reis é autora da Dom Quixote há dez anos.

A comunicação de Patrícia Reis intitula-se “O ofício da escrita para quem nasceu em 1970, não fez a revolução, não gosta de advérbios de modo, tem uma empresa, e é mulher”. Na sessão, a apresentação da autora será feita através de textos lidos por João Justo.

Escritora para quem a palavra preferida é “reciprocidade”, Patrícia Reis nasceu em 1970. A novela “O que nos separa dos outros por causa de um copo de whisky” (2014) foi candidata ao Prémio Nacional de Literatura da Fundação Lions, que ganhou por unanimidade, é a sua obra mais recente. A sua estreia literária foi com a novela “Cruz das Almas”, em 2004. Desde então publicou obras e mais obras de ficção, entre os quais um livro em co-autoria com o artista João Vilhena, o romance fotográfico “Beija-me” (2006). Escreveu uma série juvenil que está no Plano Nacional de Leitura (O Diário do Micas).

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Editora da revista Egoísta, vive em Lisboa, tem dois filhos, um cão e, como assume, “odeia advérbios de modo”.

Percurso de Patrícia Reis

O seu percurso tem sido feito com incursões na área da biografia, do infantil, da dramaturgia e ainda na escrita de guiões. Mantém, há quase 18 anos, o Atelier 004, um atelier de conteúdos e design, onde trabalha em projectos diferenciados. Escreveu a curta biografia de Vasco Santana, os romances “Amor em Segunda Mão” (2006) e “Morder-te o Coração” (2007), que integrou a lista de 50 livros finalistas do Prémio Portugal Telecom de Literatura, “No Silêncio de Deus” (2008) e “Antes de Ser Feliz” (2009). Ainda na estante: “Mistério no Museu da Presidência” (2014), “Mistério no Museu de Arte Antiga” (2014), “Contracorpo” (2013, considerado pela crítica como um dos seus melhores livros), “Assalto à Casa Fernando Pessoa” (2012), “Mistério no Benfica” (2012), “Mistério no Oceanário” (2011), “Xavier, o livro esquecido e o dragão…” (2011), “A Fada Dorinda e a Bruxa do Mar” (2011), “Um Mistério em Serralves” (2010) e “O Mistério da Máscara Chinesa” (2009).

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