‘A corrida mais louca do mundo’ atraiu centenas ao Estádio Algarve

‘A corrida mais louca do mundo’ atraiu centenas ao Estádio Algarve

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A prova integrou diversos obstáculos ao longo do percurso
A prova integrou diversos obstáculos ao longo do percurso

Cerca de 300 pessoas participaram no sábado na nona etapa do circuito mundial “Eternal Running”, prova de atletismo e aventura que decorreu junto ao Estádio Algarve, e que põe à prova a resistência física dos participantes.

Iniciado em 2002, o evento organizado pela “Thunar Esports” acolheu ao longo das suas edições mais de 120 mil pessoas, tendo percorrido diversos países, entre os quais a Argentina, Estados Unidos da América, Reino Unido.

A prova apelidada como “a corrida mais louca do mundo” integra diversos obstáculos ao longo do percurso, entre os quais tanques com água e lama, obrigando os concorrentes a um esforço físico acrescido para os ultrapassarem.

Na opinião de Rogério Bacalhau, presidente da Câmara de Faro, trata-se de um evento “muito interessante e divertido, para quem participa e para quem o vê”, e que atrai centenas de pessoas de várias regiões, entre as quais de Espanha.

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Macário Correia participou na prova

Segundo o autarca, a prova que em 2013 acolheu largas dezenas de participantes espanhóis, contou este ano com “uma maior participação de portugueses, aumento que poderia ter sido mais significativo se fosse feita uma maior divulgação”.

“Os espanhóis têm uma grande tradição neste tipo de eventos. Este ano temos menos espanhóis, mas felizmente temos muitos portugueses”, sublinhou.

Para o autarca, é necessário dar-lhe uma maior notoriedade à prova, no sentido da divulgação”, frisou Rogério Bacalhau, antevendo que essa divulgação possa atrair mais pessoas no próximo ano.

Entre as centenas de participantes na prova de resistência, houve um que atraiu as atenções: Macário Correia, ex-presidente das Câmaras de Faro e de Tavira.

O ex-autarca disse à Lusa, que se trata de “uma prova interessante para fazer espírito de equipa, de autoconfiança”.

Segundo Macário Correia, a sua participação pretendeu também contribuir para “sensibilizar para uma causa ambiental, que é fazer a recolha selectiva de embalagens, que posteriormente será convertida em alimentos para crianças”.

O ex-autarca, classificou a prova como “forte e difícil”, garantindo que a sua determinação o levaria até ao fim.

(Agência Lusa)

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