Portimão sensibiliza para prevenir incêndios

Portimão sensibiliza para prevenir incêndios

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Protecção Civil de Portimão repete acções de sensibilização em período crítico de incêndios florestais
Protecção Civil de Portimão repete acções de sensibilização em período crítico de incêndios florestais

O Serviço Municipal de Protecção Civil (SMPC) de Portimão e Gabinete Técnico Florestal (GTF), em parceria com o Corpo de Bombeiros de Portimão (CBP), as Juntas de Freguesia (JF), a Guarda Nacional Republicana (GNR), o Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) e a ASPAFLOBAL, iniciaram um programa de acções de sensibilização destinadas à população das áreas rurais com maior perigo de incêndio florestal no concelho, com intuito de sensibilizar para a redução de comportamentos de risco que podem, neste período sensível, dar origem a ocorrências com elevado impacto socioeconómico no concelho.

Fruto da experiência positiva do ano transacto, repetem-se três acções de sensibilização, uma em cada freguesia, tendo a primeira acontecido já na passada terça-feira, no Centro Cívico da Pereira, freguesia da Mexilhoeira Grande, e encontram-se já agendadas para a próxima terça-feira, no Centro Recreativo do Porto de Lagos, freguesia de Portimão, e na segunda semana de Agosto na freguesia de Alvor.

Na avaliação realizada no Briefing quinzenal da Subcomissão Permanente de Incêndios Florestais no âmbito da Comissão Municipal de Protecção Civil de Portimão, que ocorreu no passado dia 16 de Julho, onde se analisou a actividade operacional neste âmbito desde o início do ano e em maior pormenor desde o início da Fase Charlie (mais crítica) do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Florestais (DECIF), ficou sublinhada “a necessidade de continuar a apostar fortemente na sensibilização e informação pública e que existe mais-valias em realizar estas sessões quando a população se encontra mais sensível e desperta para este risco, aproveitando o momento para inverter a tendência na existência de comportamentos de risco em espaços rurais e na adopção de medidas preventivas e de autoprotecção face a situações de emergência”.

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