Ministro do Ensino Superior inicia programa de visitas na UAlg

Ministro do Ensino Superior inicia programa de visitas na UAlg

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Ministro quer reforçar a relação de proximidade com todas as instituições
Ministro quer reforçar a relação de proximidade com todas as instituições

O ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor, iniciou na passada segunda-feira, na Universidade do Algarve, um programa de visitas que se estenderá a todos os institutos politécnicos e universidades públicas.

As visitas têm o intuito de “identificar desafios e oportunidades específicas de cada instituição, garantindo, assim, a preparação de um contrato de confiança a estabelecer com o Ensino Superior e a Ciência”, adianta a UAlg em nota de imprensa.

O ministro, que também se fez acompanhar da secretária de Estado Fernanda Rollo, pretende, desta forma, “reforçar a relação de proximidade com todas as instituições”.

Na UAlg, a visita iniciou-se às 14 horas, com uma reunião com os representantes máximos da academia algarvia. Além da equipa reitoral e do presidente do Conselho Geral, marcaram presença os administradores, directores de Unidades Orgânicas, directores de Serviços e o presidente da Associação Académica, que apresentaram à tutela os problemas gerais da Universidade.

Num segundo momento, foram abordados os novos desafios e oportunidades no domínio da oferta formativa, onde também foram chamados a intervir os presidentes dos Conselhos Científicos e Técnico-Científicos das Unidades Orgânicas.

Nesta visita, as questões da Ciência e da Investigação também foram debatidas, contando, para isso, com a participação dos representantes dos vários Centros de Investigação da UAlg, investigadores e docentes-investigadores.

Manuel Heitor iniciou este périplo por “sentir necessidade de reaproximar o Ministério e as instituições”. Por seu lado, também o reitor da UAlg, António Branco, vê com satisfação o facto de o ministro estar a “identificar conjuntamente desafios e oportunidades específicas, que possam gerar receitas alternativas ao Orçamento de Estado”.

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