Loulé mostra-se no Museu Nacional de Arqueologia

Loulé mostra-se no Museu Nacional de Arqueologia

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A Câmara de Loulé e a Direcção-Geral do Património Cultural celebraram um protocolo de colaboração para a realização da exposição
A Câmara de Loulé e a Direcção-Geral do Património Cultural assinaram um protocolo de colaboração para a realização da exposição

A Câmara de Loulé, representada pelo seu presidente, Vítor Aleixo, e a Direcção-Geral do Património Cultural, representada pela directora-geral, Paula Araújo da Silva, celebraram ontem, em Lisboa, um protocolo de colaboração para a realização de uma exposição intitulada “Loulé – Território, Memória e Identidade” a promover previsivelmente durante o segundo semestre de 2016 e o primeiro semestre de 2017, através da colaboração entre o Museu Municipal de Loulé e o Museu Nacional de Arqueologia.

A mostra terá lugar na galeria de exposições temporárias do Museu Nacional de Arqueologia, sita na ala poente do piso térreo do Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa, e terá a duração de um período mínimo de seis meses.

Esta exposição, destinada a um público nacional e internacional, revelará o território do actual concelho de Loulé, através das colecções do Museu Nacional de Arqueologia provenientes deste concelho, incluindo a designada colecção “Estácio da Veiga”, do acervo do Museu Municipal de Loulé, da Vilamoura World/Estação Arqueológica do Cerro da Vila e dos espólios de escavações mais recentes, nomeadamente resultantes de intervenções na área urbana.

Cronologicamente a exposição será balizada entre os mais antigos vestígios da ocupação humana no actual concelho de Loulé e 1384, data das mais antigas Actas de Vereação conhecidas em Portugal.

Na ocasião, o presidente da Câmara de Loulé enfatizou que a assinatura deste protocolo “é muito importante para Loulé porque este executivo municipal valoriza e investe fortemente na Cultura, onde o Património tem um papel de destaque”, acrescentando ainda tratar-se de uma oportunidade de “provocar um encontro entre os jovens e os louletanos em geral e o seu valioso património cultural, num lugar tão significativo como é o Mosteiro dos Jerónimos em Lisboa”.

Por seu turno, a directora-geral do Património Cultural considerou ser “um dia feliz”, sublinhando que a exposição permitirá “contribuir para ganhar novas gerações para o Património, significando, igualmente, gerações com mentalidade aberta para construir um futuro melhor para Portugal”.

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