Festival Med com leque musical de peso

Festival Med com leque musical de peso

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Festival tem vindo a afirmar-se a nível nacional e internacional, arrecadando prémios
Festival tem vindo a afirmar-se a nível nacional e internacional, arrecadando prémios

A cidade de Loulé está pronta para o Festival Med 2016 que vai manter uma forte aposta no cartaz de concertos e tem novidades no recinto, na programação e uma aplicação móvel, apresentadas na passada sexta-feira no Cineteatro Louletano.

A 13.ª edição deste festival vai ter aproximadamente 75 horas de música, 55 concertos e oito palcos que vão animar as ruas históricas da cidade de Loulé nos dias 30 de Junho, 1 e 2 de Julho, tendo o 3 de Julho sido reservado para o dia de entrada livre, dedicado à dieta mediterrânica, mas sem concertos.

Mbongwana Star (Congo), Ana Tijoux (Chile), Hindi Zahra (Marrocos/França), Aldina Duarte (Portugal), Tinariwen (Mali), e Dubioza Kolectiv (Bósnia-Herzegovina) são alguns dos artistas destacados deste ano.

“Temos bons músicos, boas propostas, espero que gostem”, disse o presidente da Câmara de Loulé, Vítor Aleixo, em tom de convite.

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Para o primeiro dia estão confirmadas as actuações da brasileira Dona Onete, Moh! Kouyaté, da Guiné-Conacri, os congoleses Mbongwana Star, os portugueses António Zambujo e Isaura, o projecto alemão Shantel&The Bucovina Club Orchestra e os russos Otava Yo e Raquel Bulha.

A fadista Aldina Duarte vai inaugurar as actuações do segundo dia do Festival Med que contará ainda com a marroquina Hindi Zahra, o brasileiro MC Emicida, a chilena MC Ana Tijoux, a banda francesa Danakil, os portugueses Marafona e Fandando.

Para o último dia de concertos, a organização garantiu as actuações dos mexicanos Sonido Gallo Negro, os nórdicos Alo Wala, os malianos Tinariwen e Dubioza Kolektiv, Rocky Marsiano, a moçambicana Selma Uamusse e a rapper portuense Capicua.

Festival inaugura o Palco Jardim

Este leque de artistas da “World Music” vai passar pelos palcos principais, estando ainda reservados para o palco da Bica concertos alternativos com artistas algarvios.

Os espectáculos de “one man show” vão passar pelo palco do Arco enquanto os concertos de música clássica vão decorrer na Igreja Matriz de Loulé e os claustros do Convento Espírito Santo vão acolher os concertos de Fado que serão antecedidos diariamente com poesia do mundo.

Nesta edição, o Festival inaugura o Palco Jardim, localizado no Jardim dos Amuados, dedicado a música e dança tradicional do Sudão, da Síria, da Guiné-Conacri e Marrocos.

Criado em 2004, o Festival Med funde várias manifestações culturais que se vivem nas ruas da zona histórica de Loulé através da gastronomia, das artes plásticas, animação de rua, artesanato, dança, ‘workshops’, teatro, exposições, uma conferência e “concertos improváveis”.

Nos dias 26, 27 e 28, a cidade vai receber em “sítios improváveis” sessões de cinema do mundo, um iniciativa baptizada de Cinema Med.

Na última edição, a organização já tinha disponibilizado uma aplicação móvel dedicada ao festival, mas vai lançar uma versão superior a 27 de Junho que permite, entre outras funcionalidades, criar um calendário personalizado de concertos.

O evento tem vindo a afirmar-se a nível nacional e internacional, arrecadando prémios, enquanto evento vocacionado para a música do mundo, ao mesmo tempo que procura revitalizar a Zona Histórica daquela cidade e atrair turistas com um programa de eventos de qualidade.

A entrada diária no recinto está à venda online por dez euros enquanto o bilhete para os três dias custa 25 euros. A organização disponibiliza ainda o bilhete diário familiar, para dois adultos e duas crianças até aos 16 anos, por 25 euros.

(Agência Lusa)

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