MED volta a apostar em questões ambientais e sociais

MED volta a apostar em questões ambientais e sociais

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O copo ecológico é feito de material 100% reciclável, sendo 25 vezes menos poluente
O copo ecológico é feito de material 100% reciclável, sendo 25 vezes menos poluente

A organização do Festival MED vai reeditar este ano duas iniciativas lançadas em edições anteriores com o objectivo de aliar a este evento cultural as questões ambientais e sociais: o copo Ecológico e a integração no Movimento “Zero Desperdício”.

“Em 2016, o copo Ecológico volta a ser oferta para quem adquirir um bilhete do MED. A ideia é contribuir para a redução da produção de resíduos, nomeadamente copos de plástico utilizados para consumo de bebidas dentro do recinto, substituindo-os por um copo de material 100% reciclável, 25 vezes menos poluente”, explica a autarquia louletana em comunicado de imprensa.

Lançado em 2014, este copo permitiu reduzir a produção de plástico em quase uma tonelada por noite, o que tem um impacto significativo não só no ambiente mas também nos custos com a recolha dos resíduos.

Recorde-se que o MED foi um dos eventos pioneiros em Portugal a aderir ao copo ecológico, manifestando, desde logo, uma preocupação pelas questões ambientais que, de resto, são indissociáveis do seu conceito.

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Iniciativa apoia as famílias com menos recursos

Com o objectivo de promover a coesão social, a autarquia de Loulé associou o Movimento “Zero Desperdício” ao Festival MED, na edição transacta, e este ano volta a ser uma aposta. Esta iniciativa, que conta com o envolvimento de várias entidades, nomeadamente a Refood, a Associação EXISTIR, o Banco de Voluntariado e a Divisão de Coesão Social e Saúde da autarquia, recolheu em 2015 mais de 200 quilos de comida confeccionada e não consumida ao fim das três noites de festival, que foi entregue a famílias carenciadas. Para os responsáveis municipais, a integração deste projecto, ao qual a Câmara de Loulé aderiu em 2015, no Festival MED reveste-se de especial importância para sensibilizar a comunidade para a problemática do desperdício alimentar, do consumo responsável e do acesso à alimentação e, por outro lado, para apoiar as famílias com menos recursos.

“A par de um cartaz de elevada qualidade artística e de um programa cultural de peso, a organização do Festival MED pretende que este evento seja também uma referência pelas políticas de carácter ambiental e de promoção da coesão social que apresenta”, conclui a organização.

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