Exército patrulha concelho de Loulé no período crítico dos incêndios

Exército patrulha concelho de Loulé no período crítico dos incêndios

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Patrulhamento será realizado pelo Regimento de Infantaria nº 1 (RI1), durante o período crítico de incêndio florestal

Este ano, pela primeira vez, o Exército Português vai assegurar o aumento da vigilância nos espaços florestais e rurais do concelho de Loulé.

Este patrulhamento será realizado pelo Regimento de Infantaria nº 1 (RI1), durante o período crítico de incêndio florestal (de Julho a Setembro), visto que é tendencialmente aquele em que o índice de risco é maior, por forma a diminuir a probabilidade da sua ocorrência, reforçando, assim, a segurança das populações.

Esta parceria protocolada entre a Câmara de Loulé e o Exército constitui um importante reforço na área da prevenção e sensibilização florestal, com a circulação diária de uma viatura militar com três elementos, realizando em média 140 quilómetros por dia.

De salientar que, além da vigilância efectuada pelos militares, o Serviço Municipal de Protecção Civil também constitui anualmente, no período de Junho a Setembro, a Equipa Municipal de Intervenção Florestal, com responsabilidades de vigilância móvel, sensibilização, detecção, primeira intervenção e apoio ao combate a incêndios florestais. Por outro lado, com um carácter pedagógico, a autarquia desenvolve nesta época do ano o Programa de Vigilância Florestal “Voluntariado Jovem”, durante o qual são realizados vários percursos nas freguesias do interior do Concelho durante os meses de Julho e Agosto.

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Constituem ainda o dispositivo de vigilância no Município, a Guarda Nacional Republicana, a Associação de Sapadores Florestais da Serra do Caldeirão, que actuam apenas na sua zona de intervenção, e os vigilantes do Instituto da Conservação da Natureza e Florestas, na zona da Ria Formosa.

Refira-se que este dispositivo de vigilância implementado no Município de Loulé irá abarcar uma área de 763.67 km2, onde 40% do total da área do concelho é ocupada pelas classes de perigo florestal muito elevada e outros 51,3 % classificados como área protegida.

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