Prisão preventiva para suspeito de roubos e tentativa de homicídio em Olhão

Prisão preventiva para suspeito de roubos e tentativa de homicídio em Olhão

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O detido, natural de Olhão, “é suspeito de actuar integrado num grupo, de forma significativamente violenta

Prisão preventiva foi a medida de coação aplicada ao homem detido na quarta-feira por suspeita de vários roubos e de uma tentativa de homicídio ocorrida em Setembro de 2015, em Olhão, anunciou esta sexta-feira o Ministério Público.

A Procuradoria da República da Comarca de Faro tinha ordenado a detenção do homem, de 20 anos, e hoje esclareceu, num comunicado, que em causa estão “suspeitas de crimes de abuso sexual de criança, homicídio na forma tentada, roubos e ofensa à integridade física qualificada”.

O detido, natural de Olhão, “é suspeito de actuar integrado num grupo, de forma significativamente violenta, por vezes com arma de fogo, causando, desse modo, alarme social na zona”, acrescentou a mesma fonte, precisando que o homem foi presente na quinta-feira a interrogatório judicial e o juiz de instrução “aplicou-lhe a medida de coação de prisão preventiva”.

A detenção foi inicialmente anunciada na quarta-feira pela Polícia Judiciária (PJ) em comunicado.

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Na ocasião, a PJ adiantou que o suspeito foi detido durante uma operação destinada a localizar uma menor de 13 anos, que se tinha ausentado de casa de familiares e com quem o jovem alegadamente namorava.

O detido seria um dos co-autores de uma tentativa de homicídio ocorrida na estação de caminho-de-ferro de Olhão, em Setembro de 2015, segundo a PJ.

A 15 de Setembro do ano passado, um homem de 25 anos foi baleado na cabeça durante uma troca de tiros entre dois grupos, naquela estação, mas o disparo causou-lhe apenas ferimentos superficiais.

O suspeito tinha sido detido em cumprimento de um mandado de detenção emitido pelo Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Faro, por suspeitas da prática de crimes de natureza violenta, e hoje foi anunciado que irá aguardar julgamento em prisão preventiva.

(Agência Lusa)

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