BE questiona Governo sobre problemas de pessoal em escola de Tavira

BE questiona Governo sobre problemas de pessoal em escola de Tavira

332
PARTILHE
BE segue pisadas do PCP e questiona Ministério da Educação sobre problemas de pessoal em escola de Tavira
BE segue pisadas do PCP e questiona Ministério da Educação sobre problemas de pessoal em escola de Tavira

João Vasconcelos, o deputado eleito pelo Bloco de esquerda no Algarve, questionou o Governo sobre se este irá proceder ao reforço de assistentes operacionais para a Escola Básica 2, 3 D. Paio Peres Correia em Tavira.

A situação de preocupação de pais e município com a falta de meios humanos na escola já tinha sido noticiada pelo POSTAL e agora o deputado algarvio do Bloco de Esquerda esteve reunido com o director do Agrupamento de Escolas Dr. Jorge Augusto Correia, professor José Baía, tendo este confirmado que a maioria dos serviços da escola D. Paio Peres Correia funciona em alternância devido à falta de assistentes operacionais que assegurem os serviços de forma contínua.

Também o PCP já dirigiu ao ministério questões relativamente a esta matéria.

Segundo o Bloco, “o representante dos pais e encarregados de educação, Paulo Mateus, manifestou preocupação com a pouca vigilância nos espaços exteriores da escola, dado apenas existir, durante a maior parte do horário letivo diário, um único vigilante para todo o recinto escolar”.

- Pub -

De acordo com o director do agrupamento, adianta o BE, esta situação foi entretanto minorada, através do destacamento de um funcionário da autarquia tavirense, mas manifesta-se ainda insuficiente dado existirem apenas dois vigilantes para todo o estabelecimento escolar.

“Esta situação não é, infelizmente, única”, afirma o parlamentar algarvio, tendo acrescentado “muitas escolas deparam-se com situações semelhantes da falta dramática de assistentes operacionais, dificuldade superada com o encerramento, em alternância, dos serviços escolares”.

Na maioria das escolas, o quadro de assistentes operacionais está envelhecido e recorre-se com demasiada frequência, por parte da escola, a contratos de trabalho a termo resolutivo ou de “contratação a horas”, a fim de resolver as situações de carência por motivo de doença e baixas prolongadas.

Facebook Comments

Comentários no Facebook