FARO: Presidentes dão testemunho sobre 40 anos de Poder Local

FARO: Presidentes dão testemunho sobre 40 anos de Poder Local

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Rogério Bacalhau dá o seu testemunho ao POSTAL.

A data 12 de Dezembro de 2016 assinala 40 anos sobre as primeiras eleições autárquicas democráticas realizadas pós Revolução 25 de Abril de 1974.

Para comemorar a efeméride, o jornal POSTAL pediu o testemunho pessoal dos 16 presidentes municipais do Algarve em registo vídeo. Assim, durante os próximos dias, os nossos leitores e seguidores vão poder contar no nosso site com a opinião dos presidentes autárquicos cuja vontade e disponibilidade permitiu ao POSTAL recolher os seus pontos de vista sobre os 40 anos de Poder Local.

A importância do Poder Local Democrático é bem visível neste últimos quarenta anos. A política de proximidade às populações resultou em maiores e melhores justiças sociais que procuram responder aos anseios do povo. Mas a caminhada tem sido longa e muito ainda há por fazer.

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A transferência de competências de Poder Central para as autarquias tem que continuar mas a criação de melhores ferramentas e mais autonomia financeira são indispensáveis para que a população seja melhor servida e ouvida.

Os orçamentos participativos são igualmente um bom prenúncio. Mas o que não pode nunca acontecer é deixar de dar mais voz às populações.

POSTAL comemora 30 anos

No momento em que o jornal POSTAL do ALGARVE comemora igualmente 30 anos sobre a sua primeira edição, publicada em Janeiro de 1987, a liberdade de expressão através da liberdade de imprensa não pode ser esquecida como garante das liberdades.

Quanto mais os órgãos de informação forem independentes do poder político e económico, mais e melhor se concretiza os valores da democracia. Uma sociedade sem uma imprensa sã é uma sociedade “doente”.

A defesa da liberdade de imprensa é um dever de qualquer cidadão consciente. Assegurar a voz aos diferentes pontos de vista faz-se com uma imprensa livre para que possamos defender-nos dos abusos de poderes absolutos.

É na imprensa livre que o conjunto das opiniões de uma sociedade pode exprimir-se dando voz ao povo. Sem o contrapeso da liberdade de imprensa não há verdadeiro escrutínio público. Viver em democracia é garantir o acesso dos cidadãos e dos jornalistas a toda a informação oficial não classificada dos governos e das autoridades.

É por isso que, cada um de nós e só em consciência, nunca deveremos deixar de responder à seguinte questão: “Se tivesse que escolher entre democracia e liberdade de imprensa, qual seria a minha escolha?

(Imagem e Edição: Henrique Dias Freire)

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