Aromas caseiros

Aromas caseiros

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O uso de ambientadores sintéticos, incensos e óleos essenciais deve ser evitado
O uso de ambientadores sintéticos, incensos e óleos essenciais deve ser evitado

Questão:

“Como devo purificar o ar da minha casa?”

A DECO responde…

Quando queremos perfumar o ar da nossa casa, normalmente pensamos em, ambientadores, incensos e velas. Mas há que ter cautela, pois se usarmos estes produtos de forma regular ou prolongada, o ar pode ficar sobrecarregado com substâncias nocivas.

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Sempre que tiver um mau odor em casa, deve começar por identificar a sua origem e eliminá-la. Depois, existem vários truques para melhorar o ar: abrir as janelas pelo menos duas vezes por dia; aspirar regularmente o chão e os têxteis; limitar o uso de produtos químicos nas limpezas; não fumar dentro de casa, já que o tabaco é a principal fonte de contaminação do ar interior; e, se possível, insistir na limpeza com um pano húmido, sem químicos, e usar madeiras naturais, tintas sem solventes e produtos de base aquosa.

Se ainda assim o mau cheiro persistir, crie o seu próprio ambientador, de forma caseira. Para criar bons aromas, tudo o que precisa é de um recipiente, extractos e água. Ferva a água, coloque-a no recipiente, e adicione as essências, tais como como quartos de limão, canela, cravinho, anis, gengibre, alecrim ou manjericão. Estas, em contacto com a água, soltam o aroma,

Outra solução será encher meia chávena com vinagre, ou colocar bicarbonato de sódio numa caixa, e deixar no local de origem do odor identificado.

O uso de ambientadores sintéticos, incensos e óleos essenciais deve ser evitado, especialmente na presença de bebés, crianças, idosos, pessoas alérgicas, asmáticas ou com outros problemas respiratórios. Caso não resista às velas aromáticas, utilize-as com moderação e ventile bem o espaço a seguir.

Apesar da publicidade, estes artigos possuem substâncias químicas indesejáveis, altamente nocivas para a saúde. Em estudos anteriores, detectámos nos mesmos substâncias irritantes, alergénicas e cancerígenas. Além disso, têm pouca regulamentação, na medida em que não pertencem nem à indústria cosmética nem à farmacêutica.

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