Algarve já tem todas as vacinas do Plano Nacional de Vacinação disponíveis

Algarve já tem todas as vacinas do Plano Nacional de Vacinação disponíveis

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Vacina tetravalente esteve em falta na região

Na sequência da notícia publicada pelo POSTAL a Administração Regional de Saúde do Algarve ARS – Algarve enviou hoje à nossa redacção informação relativa à normalização da disponibilidade da vacina tetravalente nos centros de saúde do Algarve.

De acordo com a ARS – Algarve “neste momento todas as unidades de saúde da Região do Algarve têm disponíveis todas as vacinas que integram o Plano Nacional de Vacinação”.

“O processo de aquisição e a respetiva distribuição pelas unidades de saúde da região das vacinas, nomeadamente, da vacina tetravalente bacteriana DTPA+ Hib, ficou concluído esta sexta-feira de manhã”, sublinha a ARS – Algarve.

A tutela regional da Saúde que “com a regularização do fornecimento, todos os serviços de vacinação da Região estão devidamente assegurados, tal como o Conselho Diretivo da ARS Algarve tinha informado no início desta semana, aquando de denúncias sobre a alegada falta de vacinas no Algarve”.

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“De referir que este problema”, que a ARS – Algarve classifica de alegada falta de vacinas” como se pode ler acima, mas que se é um problema é porque existe e não é alegado, “tem afectado não só a Região do Algarve mas de forma transversal todo o território nacional, por dificuldades relacionadas com a produção e fornecimento de algumas vacinas a nível mundial”.

Finalmente a ARS – Algarve esclarece que “o Conselho Diretivo da ARS Algarve tem acompanhado esta questão, com particular atenção, e em articulação com as entidades nacionais, no sentido de, em conjunto, desbloquear algumas situações pontuais que se encontravam pendentes e, assim, regularizar o fornecimento das respectivas vacinas a nível regional”.

“De acordo com as orientações do Departamento de Saúde Pública da ARS Algarve, as crianças que eventualmente não tenham ainda sido vacinadas serão contactadas pela respetiva unidade de saúde. Os cuidadores poderão sempre contactar a sua unidade de saúde para obter mais informação ou poderão dirigir-se voluntariamente aos serviços (particularmente pais de crianças mais novas, 12-24 meses)”, remata a mesma fonte.

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