Gestão Hoteleira da UAlg coloca quase 300 estagiários com a ‘mão na...

Gestão Hoteleira da UAlg coloca quase 300 estagiários com a ‘mão na massa’

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A Escola Superior de Gestão hotelaria e Turismo da Universidade do Algarve é o palco da conferência de dois dias que decorre em Portugal e no Brasil em simultâneo
A Escola Superior de Gestão hotelaria e Turismo da Universidade do Algarve é uma referência na formação para o sector económico mais importante da região

Quem quer aprender tem de ‘meter a mão na massa’ é um dos ditos populares muitas vezes como referência à necessidade prática para uma qualificação profissional adequada e eficaz.

É esta a ideia que Hélder Carrasqueira, director da Escola Superior de Gestão, Hotelaria e Turismo (ESGHT) da Universidade do Algarve (UAlg), defende ao afirmar que a instituição que dirige tem como matriz que “nenhum aluno obtém o diploma de formação (Licenciatura ou cursos de Técnico Superior Especializado – cTeSP), sem ter realizado esta formação em contexto de trabalho”.

Do universidade para o trabalho na região, no país e no mundo
Hélder Carrasqueira, director da ESGHT da UAlg, não quer alunos a chegarem ao mercado de trabalho sem experiência prática
Hélder Carrasqueira, director da ESGHT da UAlg, não quer alunos a chegarem ao mercado de trabalho sem experiência prática

Para dar cumprimento a este objectivo a ESGHT colocou em duas semanas em treino prático 282 estudantes. Os caloiros do trabalho foram desenvolver a sua capacidade prática e aplicar os conhecimentos em empresas do Algarve, resto do país (incluindo Madeira e Açores), assim como na Espanha, Grécia, Holanda e Moçambique.

De acordo com a ESGHT, “o estágio, com a duração mínima de dois meses e máxima de quatro, testa as competências obtidas durante o tempo de estudo e reforça as denominadas soft-skills como sejam: relacionamento interpessoal, trabalho em equipa, cumprir horário/gestão do tempo, capacidade comunicativa, resolução de problemas, entre outras”.

“Cada estágio é acompanhado por um professor da escola (orientador) e por um elemento da organização receptora (supervisor)” e os 282 novos ‘trabalhadores’ repartiram-se pelos sectores do Turismo – 43,7% (hotelaria e similares, agências de viagens e transportes, parques temáticos e outros serviços turísticos); Serviços – 33,4% (gabinetes de contabilidade e consultadoria, setor público, banca e seguros, sistemas e tecnologias de informação e, finalmente, Comércio e indústria – 6,3%; outras atividades – 16,4%.

Além dos estágios obrigatórios, recorda a instituição de ensino superior, “existem ainda os extracurriculares que são realizados por estudantes do 1º e 2º anos das licenciaturas. Com os mesmos, os estudantes começam desde logo o treino em contexto de trabalho, podendo no final do curso acumular entre seis a oito meses em estágio, o que facilita a entrada no mercado de trabalho. Esta atitude é cultivada pela ESGHT no sentido de o aluno ir construindo o seu currículo”.

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