Autoridade Marítima aconselha cuidados redobrados com as crianças nas praias

Autoridade Marítima aconselha cuidados redobrados com as crianças nas praias

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crianca na praia
Todos os anos são recuperadas centenas de crianças perdidas nas praias nacionais

Nesta época balnear a Autoridade Marítima recorda e reforça o alerta à população para os cuidados a ter, em especial com as crianças, sendo a praia um dos locais de maior ocorrência de situações de crianças perdidas.

“As situações de crianças perdidas são sensíveis e com um grau de complexidade elevado, não só pelo desespero dos pais ou dos responsáveis pela criança, como também para as crianças e pela situação de desorientação em que acabam por ficar”, lembra a Autoridade Marítima.

Estas situações ocorrem com frequência, pois é uma situação que ocorre numa fracção de segundos.

Assim, a Autoridade Marítima recomenda aos pais:

– Identificar as crianças com pulseiras com nome, morada e telefone, procedimento que facilita o trabalho do nadador-salvador ou dos agentes da Autoridade Marítima;

– Ao chegar à praia/piscina mostrar à criança um ponto de referência de fácil identificação;

– Os pais ou responsáveis devem revezar-se quando tomam conta das crianças, para não se tornar rotineiro, monótono e cansativo, diminuindo os níveis de atenção;

– As crianças devem usar chapéu de protecção do tipo panamá pois se se perderem tendencialmente irão caminhar com o sol pelas costas facilitando as operações de busca.

Caso a criança esteja perdida, deve contactar o mais rapidamente um posto de praia ou agente da Autoridade Marítima, passando todos os dados da criança perdida.

Os nadadores-salvadores, agentes da Polícia Marítima e outros intervenientes ao serviço da Autoridade Marítima recuperam anualmente centenas de crianças perdidas nas praias nacionais, estando esta ocorrência no topo dos incidentes com maior número de registos.

Assim, a Autoridade Marítima alerta, uma vez mais, a população para a adopção destas medidas simples que podem evitar situações de perigo.

“Não se esqueça: não são as crianças que se perdem, são os adultos que perdem as crianças”, adverte.

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