Intervenções na extensão de Moncarapacho do Centro de Saúde geram polémica

Intervenções na extensão de Moncarapacho do Centro de Saúde geram polémica

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Centro de Saude de Moncarapacho
Executivo da União das freguesias foi acusado de “puro aproveitamento político”

O executivo da União das Freguesias de Moncarapacho e Fuseta emitiu hoje, 4 de Agosto, uma nota de esclarecimento sobre as acusações de que foi alvo por parte da administração da ARS Algarve. O executivo da União das freguesias foi acusado de “puro aproveitamento político” pelas intervenções efectuadas na extensão de Moncarapacho do Centro de Saúde, em declarações publicadas no jornal Correio da Manhã, a 2 de Agosto.

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Intervenção visou resolver necessidades urgentes para o bem-estar dos funcionários e utentes

Foi com surpresa que o executivo da União das Freguesias de Moncarapacho e Fuseta observou as acusações da Administração da ARS Algarve. A intervenção visou resolver necessidades urgentes para o bem-estar dos funcionários e utentes e, de acordo com o executivo, “a rotulagem acusatória desta intervenção, que a Administração da ARS Algarve pretende passar, serve para tentar ocultar a sua inoperância e incompetência em resolver situações básicas que se arrastavam há muito tempo”.

Desde 2015 que a ARS Algarve sabia da necessidade destas intervenções
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Executivo lamenta e estranha a atitude da administração da ARS Algarve

O executivo esclarece que “obviamente que o Presidente da União das Freguesias de Moncarapacho e Fuseta, Manuel Carlos, assim como os técnicos que efectivaram a intervenção, não entrariam nas instalações sem autorização, tal como é acusado, sendo a mesma dada pelos funcionários, esgotados de esperar pela ARS Algarve para resolver esses problemas. Desde o dia 15 de Novembro de 2015 que a ARS estava avisada acerca da necessidade destas intervenções. Face à inoperância da ARS, a pedido dos funcionários e dos utentes desta unidade de saúde, fomos obrigados a intervir”.

“Lamentamos e estranhamos esta atitude da administração da ARS Algarve, tanto mais que esta rotulagem ‘de puro aproveitamento político’ não nos foi aplicada quando no final de 2015 colocámos funcionários e duas carrinhas à sua disposição durante três semanas, para o transporte dos utentes da extensão da Fuseta, aquando das obras de melhoramentos do edifício, para a extensão de Moncarapacho e para o Centro de Saúde de Olhão. Nem mesmo quando no Verão do ano passado, em Moncarapacho, arranjámos equipamento informático e parte da iluminação, e em Outubro, na mesma unidade de saúde, arranjámos também o ar condicionado”, acrescenta o executivo da União das Freguesias de Moncarapacho e Fuseta.

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(Cátia Marcelino / Henrique Dias Freire)

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