Rosa Palma quer manter a única Câmara da CDU no Algarve

Rosa Palma quer manter a única Câmara da CDU no Algarve

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rosa Palma é a actual autarca de Silves e candidata-se com o apoio da coligação CDU

Chama-se Rosa palma e ganhou em 2013 a única Câmara do Algarve para a CDU, integrando esta força política no mapa da presidências das autarquias algarvias.

A autarca quer continuar o trabalho realizado neste mandato e diz que o pode fazer depois de ter “arrumado a casa”.

Conheça mais sobre o que pensa esta candidata à autarquia nas respostas que deu às cinco questões colocadas pelo POSTAL a todos os candidatos autárquicos no Algarve que querem chegar a presidentes de Câmara.

As respostas do candidato às perguntas do POSTAL

POSTAL (P): Quais as razões determinantes para que se candidate à Presidência da Câmara?
Rosa Palma (RP): O trabalho realizado ao longo do mandato, à frente de uma equipa competente, coesa e solidária, que é importante vincar -vai além dos vereadores eleitos- leva-me a prosseguir o que considero uma missão de serviço público.

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Após a arrumação da ‘casa’ e a entrada em velocidade de cruzeiro na realização de obras e actividades, é importante manter e reforçar o ritmo, prosseguindo o caminho da sua consolidação e melhoria.

Porque há muitos projectos em laboração, obras por lançar e actividades por concretizar, porque reunimos conhecimento aprofundado da temática autárquica, porque sabemos por e para onde ir, porque temos uma ideia, uma visão global, linhas de orientação estratégica e energia suficiente para prosseguir com o progresso e o desenvolvimento do concelho de Silves (Fortalecer Silves, da Serra ao Mar) – transformando-o numa terra melhor para viver e trabalhar -, que me recandidato pela CDU à presidência da Câmara Municipal de Silves. Não o fazer seria trair a população, deixando a missão a meio.

P: Na sua opinião quais são os problemas fundamentais do concelho?
RP: Os problemas fundamentais do concelho, no que diz respeito às competências atribuídas aos municípios, passam ainda pelo estudo, remodelação e construção de infra-estruturas básicas (redes de água e saneamento, limpeza e higiene pública, conservação e requalificação da rede viária), o que não deixa de representar um paradoxo e merece reflexão, 43 anos após o 25 de Abril de 1974.

Estendem-se também à reabilitação e requalificação urbana, à requalificação e ampliação do parque escolar e à necessidade de outros equipamentos públicos, à defesa, conservação e restauro do património histórico-cultural, à captação de investimento público e privado, à promoção e dinamização da economia local. Extravasando as competências municipais, elegemos como problemas fundamentais o acesso aos cuidados médicos e à saúde, a habitação, os transportes, a desertificação do interior, o desemprego, a falta de emprego para os jovens, as bolsas de pobreza, as debilidades do aparelho produtivo (agricultura, pescas, indústria).

P: A sua candidatura é a melhor opção para dirigir os destinos da Câmara porquê?
RP: Porque dispomos de competências, conhecimento e experiência na condução da vida municipal, porque trabalhamos verdadeiramente em equipa, porque encaramos a actividade política com espírito de missão e subordinada à defesa intransigente dos serviços públicos, porque pautamos a nossa praxis pela estreita ligação às populações e aos agentes locais. Como foi dito anteriormente, dispomos de visão e temos elencadas linhas de actuação estratégica para o desenvolvimento global do concelho.

P: Quais as grandes propostas diferenciadoras da sua candidatura face às dos restantes candidatos?
RP: A grande diferença passa sobretudo pela capacidade de projectar e executar, que exige uma condição prévia: a estabilidade e saúde das finanças públicas locais, e o uso das boas práticas de gestão e planeamento, potenciando ao máximo a engenharia financeira e orçamental (dentro do quadro legal), bem como o acesso aos fundos comunitários. No actual mandato autárquico provámos tudo isto, ao executar um programa ambicioso de investimentos (no topo dos municípios algarvios), em simultâneo com a redução do passivo financeiro em 8,3 milhões de euros.

P: As duas primeiras medidas estruturantes a avançar caso vença as eleições, quais serão?
RP: No essencial, prosseguiremos com afinco o trabalho que vem de trás, finalizando e iniciando empreitadas, terminando e iniciando projectos técnicos, lançando novos concursos, tomando medidas em todas as frentes para garantir o bem-estar e qualidade de vida das nossas populações. Prepararemos o orçamento para 2018.

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