Faro investiu em novos capacetes para Bombeiros e vai investir em veículos

Faro investiu em novos capacetes para Bombeiros e vai investir em veículos

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Novos capacetes foram entregues hoje no Quartel dos Bombeiros Sapadores de Faro

A Câmara de Faro investiu 17 mil euros na compra de novos capacetes para os Bombeiros Sapadores de Faro que foram entregues hoje, 27 de Outubro, no Quartel.

No total foram adquiridos 60 novos capacetes que passam a estar à disposição dos Bombeiros Sapadores de Faro, num investimento total de 16 mil e 650 euros, acrescidos de IVA. A qualidade dos novos equipamentos oferece maior protecção, maior conforto e maior segurança aos seus utilizadores, com a particularidade de terem sido produzidos tendo em conta as características pessoais de cada um dos bombeiros, com vista a ajustar-se na perfeição ao seu utilizador.

Autarquia pretende adquirir em breve novos veículos de intervenção
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Foram adquiridos 60 novos capacetes num investimento de 17 mil euros

Na cerimónia de entrega dos novos materiais, o Comandante dos Bombeiros Sapadores de Faro, José Tomás Valente, agradeceu à Câmara de Faro o apoio dado aos Bombeiros, “num esforço que permitiu que aquela força de intervenção tenha hoje novos equipamentos de protecção individual, novas ferramentas e novos capacetes”. É intenção da autarquia adquirir brevemente novos veículos de intervenção para dotar a corporação municipal de mais e melhores soluções para o desempenho das suas funções.

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Autarquia pretende dotar a corporação municipal de mais e melhores soluções para o desempenho das suas funções

Rogério Bacalhau, presidente da autarquia, salientou o facto de Faro ter o privilégio de possuir duas corporações de elite, como há poucas em Portugal e “esse facto obriga a um esforço da autarquia para que o elevado capital humano de que dispõem possa ter as necessárias condições materiais e logísticas que continuem a garantir o seu extraordinário desempenho ao serviço da protecção de pessoas e bens – já não apenas no nosso concelho, mas também em todo o pais onde a vida e os bens dos portugueses possam perigar, como aconteceu recentemente nas tragédias ocorridas no norte e centro de Portugal”.