Ordem dos Médicos Veterinários ajuda animais afectados pelos incêndios

Ordem dos Médicos Veterinários ajuda animais afectados pelos incêndios

253
PARTILHE
- Pub -
ovelha churra
Médicos veterinários estão a coordenar os trabalhos nos vários locais afectados

Em nota de imprensa, a Ordem dos Médicos Veterinários (OMV) demonstra total disponibilidade para ajudar todos os animais afectados perante “mais uma catástrofe marcada pelos incêndios em território nacional”, através da coordenação dos diversos médicos veterinários que já estão no terreno.

Nos vários locais, os trabalhos estão a ser coordenados pelos médicos veterinários municipais com a ajuda de outros médicos veterinários que exercem actividade na zona. Neste momento, os médicos estão a tratar dos dados relativos aos animais que já morreram, a agilizar a estratégia para a recolha de cadáveres juntamente com as autoridades competentes, e a dar uma primeira ajuda na angariação de alimentos e medicamentos, bem como a prestar tratamento médico-veterinário aos animais afectados. De acordo com a OMV, “estão a ser feitos todos os esforços para tentar dar resposta aos efectivos pecuários daquela zona”.

Bastonário da OMV afirma que “a solidariedade é uma das nossas premissas”

Jorge Cid, bastonário da OMV, afirma que“os médicos veterinários não poderiam mais uma vez deixar de apoiar as populações numa situação de extrema gravidade como os incêndios. A solidariedade é uma das nossas premissas enquanto profissionais e como tal faremos tudo aquilo que esteja ao nosso alcance para prestar auxílio e minimizar as consequências desta tragédia”.

Já em Junho, depois do incêndio de Pedrógão Grande, a OMV teve uma reunião com o Ministério da Agricultura para a criação de um plano de contingência, em caso de catástrofe, e a integração dos médicos veterinários na Protecção Civil. Foi igualmente criado um Grupo de Trabalho para ajudar nestas calamidades, tendo agora sido reactivado esse grupo que integra vários médicos veterinários que se encontram a coordenar as diversas acções no terreno.

(Cátia Marcelino / Henrique Dias Freire)