Associação de Fuzileiros do Algarve vai ter sede em Loulé

Associação de Fuzileiros do Algarve vai ter sede em Loulé

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Associacao de Fuzileiros do Algarve (1)
Protocolo foi celebrado no Salão Nobre dos Paços do Concelho de Loulé

Foi celebrado um protocolo entre a Câmara de Loulé e a Delegação da Associação de Fuzileiros do Algarve, na passada quinta-feira, 4 de Janeiro, no Salão Nobre dos Paços do Concelho de Loulé, através do qual a edilidade cede um espaço para a nova sede desta instituição na região. Localizada na freguesia de Quarteira, esta sede permitirá à delegação da associação ter melhores condições para levar a cabo as suas actividades e cumprir os objectivos inerentes à sua missão.

A Delegação da Associação de Fuzileiros do Algarve é uma estrutura regional e representativa da Associação Nacional de Fuzileiros, que nasceu a 13 de Março de 2011 e tem neste momento 83 associados, com residência no Algarve, num universo nacional de mais de 2016 sócios da Associação Nacional de Fuzileiros. Rege-se “pelos nobres e honrosos valores característicos da classe de Fuzileiros e da Marinha de Guerra Portuguesa: o espírito de camaradagem, de sacrifício e de solidariedade, a lealdade e a coragem são as principais qualidades que distinguem quem, com orgulho conquistou o direito a orgulhosamente ostentar a boina azul ferrete”.

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Delegação da Associação de Fuzileiros do Algarve é uma estrutura regional e representativa da Associação Nacional de Fuzileiros
Delegação propõe-se a colaborar com a Direcção Nacional

A Delegação da Associação de Fuzileiros do Algarve propõe-se, entre muitos objectivos, a colaborar com a Direcção Nacional, ajudando a que se cumpram os fins estatutários, designadamente: promover e desenvolver laços de amizade e camaradagem, não só entre os associados, como com todos aqueles que tenham colaborado com os Fuzileiros ou com a Marinha de Guerra Portuguesa; defender os direitos dos associados, seus cônjuges, ascendentes e descendentes – incluindo, no que respeita às responsabilidades de Portugal perante as consequências dos estados de guerra; desenvolver as acções sociais possíveis e procurar apoiar os sócios na obtenção de emprego; procurar apoiar os sócios e seus familiares directos, que se encontrem em dificuldades sociais, económicas ou de saúde; promover, quanto possível, a obtenção rápida das pensões de sobrevivência em relação a viúvas, pais ou filhos de sócios falecidos; e promover actividades sociais, culturais e desportivas.

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