Geringonças em protocolo referente ao barco RIA FORMOSA

Geringonças em protocolo referente ao barco RIA FORMOSA

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João Negrão Belo
A VOZ DA CIDADANIA. A OPINIÃO de NEGRÃO BELO;
Ex-presidente da Câmara Municipal de Faro

Complicar o que é simples.

Se para o edil farense, este é um protocolo de “vital importância”, uma vez que “o direito à saúde deve ser concedido a todos”, diria que essa é uma missão a nível nacional da competência do Ministério da Saúde (INEM ) e ao nível das ilhas, reforçado pela Autoridade Marítima.

Não se trata de fugir às responsabilidades da autarquia em relação à saúde dos seus munícipes, mas uma questão de “o seu a seu dono” e da devida gestão de recursos, para quem está a reequilibrar a conhecida difícil situação financeira da autarquia.

Aliás, nos anos de 83 a 90 quando o INEM não existia ou dava os primeiros cursos de formação (87) e os socorros às ilhas eram inexistentes. A Câmara de Faro comprou dois barcos que com o pessoal do seu corpo de bombeiros garantiram esses serviços durante quase uma DÉCADA.

Quanto a essa sensibilidade demos o exemplo antes do Poder Central

Custa-me aceitar a prontidão das duas autarquias na contribuição dos valores em causa, quando o serviço já vem sendo feito pelas entidades competentes.

A que título entidades do Estado financiam actividades do Estado?

Geringonças.

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