Intervenção artística ‘Pessoas, Fronteiras, Objectos’ entre Cachopo e Loulé

Intervenção artística ‘Pessoas, Fronteiras, Objectos’ entre Cachopo e Loulé

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 Intervenção artística Pessoas, Fronteiras, Objectos
Encontro visa fomentar o convívio, a caminhada, a necessidade de passar fronteiras e de construir objectos (Foto: DR)

“Pessoas, Fronteiras e Objectos” é como se intitula a sessão, cujo ponto de encontro terá lugar no Centro de Descoberta da Mealha (antiga Escola Primária), no sábado, 2 de Junho, na Mealha (Cachopo) e no Ameixal (Loulé).

Trata-se de uma intervenção artística, dinamizada por Ângelo Gonçalves e Luísa Ricardo, que inclui caminhada (8h30, Mealha) com acção performativa e instalação na paisagem, seguida de refeição comunitária (13h, Ameixial), bem como de convívio musical com Silvino Campos (acordeão) e o Grupo de Cantares de Cachopo “Searas de Outono”.

Este encontro visa fomentar o convívio, a caminhada, a necessidade de passar fronteiras e de construir objectos. Para a organização esta acção retrata a “a arte nos caminhos velhos da Serra do Caldeirão”.

O projecto, surgido em Dezembro do ano passado e com duração de um ano, integra sessões únicas, irrepetíveis, correspondendo cada uma delas a intervenções e percursos diferentes entre o Ameixial e a Mealha.

A presente iniciativa é uma organização das Juntas de Freguesia de Cachopo e do Ameixial, a qual conta com a participação da Casa do Povo do Ameixial.

“Pessoas, Fronteiras, Objectos” conta com o apoio das Câmaras de Tavira e Loulé, Museu Nacional de Etnologia, Projecto Estela, Museus Municipais de Tavira e Loulé, Direcção Regional de Cultura, Cooperativa QRER, “Cachopo, uma aldeia com história”, Associação In Loco e habitantes locais.

Sobre os artistas

Ângelo Gonçalves é um artista multidisciplinar. Formado, na Universidade do Algarve, onde desempenhou funções de monitor de Laboratório de Artes Visuais. Integra a direcção da associação artística “289” (Faro) e tem vindo a desenvolver trabalho sobre habitação temporária, casas e abrigos, estando a sua obra representada na colecção Pedro Cabrita Reis, adquirida pela Fundação EDP/MAAT – Museu de Arte, Arquitectura e Tecnologia, em Lisboa e, no Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães.

Luísa Ricardo é antropóloga. Encontra-se neste projecto como criadora e curadora. Trabalha sobre a caminhada enquanto prática artística e princípio de transformação social e pessoal. Desenvolve actividades ligadas ao património imaterial e às artes contemporâneas no Museu Municipal de Tavira.

Todos os interessados deverão efectuar a sua inscrição, gratuita e obrigatória, até dia 30 de Maio, através do formulário disponível em https://goo.gl/forms/gOZdn2n2LpRb5It22.

Mais informações através dos emails pessoasfronteirasobjetos@gmail.com, jfcachopo@sapo.pt e freguesiaameixial@sapo.pt ou dos contactos telefónicos: 961 570 442, 289 844 112 e 289 847 169.

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