Polis avança com intervenções nas ilhas de Tavira, Armona e Culatra

Polis avança com intervenções nas ilhas de Tavira, Armona e Culatra

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A Polis Ria Formosa está em liquidação e será extinta no final do ano (Foto D.R.)
A Polis Ria Formosa está em liquidação e será extinta no final do ano (Foto D.R.)

A Polis Ria Formosa anunciou, em comunicado, que na última quinzena de Maio irá consignar duas empreitadas de valor global superior a 3,4 milhões de euros. O financiamento, que inclui a execução, estudos e fiscalização, está assegurado pelo Estado e por fundos comunitários, como o Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos e o Programa Operacional do Algarve.

No comunicado publicado esta quarta-feira, dia 23 de Maio, pode ler-se que a primeira empreitada abrangerá a Ilha da Armona, em Olhão, e a Ilha de Tavira. Esta foi consignada na passada terça-feira, dia 22 de Maio, e terá um custo de 1,9 milhões de euros.

Para esta empreitada a Polis tem como objectivo reforçar o cordão dunar das Ilhas da Armona e de Tavira, nomeadamente a Praia da Fuseta – Mar e o extremo poente da Ilha. Isto através de “sedimentos que serão provenientes do desassoreamento do canal da barra da Fuseta e canais confluentes, permitindo a melhoria das condições de circulação hidrodinâmica”, lê-se no mesmo comunicado.

Já a segunda empreitada, corresponde à requalificação da Ilha da Culatra, em Faro, e prevê-se que seja consignada esta quinta-feira, dia 24 de Maio, com um custo associado de 1,31 milhões de euros.

Esta será garantida através de diversas medidas: “a hierarquização da rede de caminhos e respectiva requalificação; a criação de uma zona de lazer equipada e bem estruturada; a definição do Plano de Sinalética, Mobilidade e Emergência; organização da logística de RSU e valorizáveis; criação de uma doca seca; valorização do largo da igreja; integração da zona adjacente ao cais de acostagem no núcleo habitacional; organização da zona dos apoios de pesca e requalificação dunar com a remoção de infestantes e reposição da vegetação dunar autóctone”, segundo a mesma fonte.

(Maria Simiris / Henrique Dias Freire)

 

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