‘Até ao momento contabilizaram-se 12.500 inscrições e nada de Hells Angels’

‘Até ao momento contabilizaram-se 12.500 inscrições e nada de Hells Angels’

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A Concentração termina no domingo, dia 22 de Julho, com o já tradicional desfile (Foto: Maria Simiris - Jornal POSTAL)
A Concentração termina no domingo, dia 22 de Julho, com o já tradicional desfile (Foto: Maria Simiris – Jornal POSTAL)

A maior concentração motard da Europa realiza-se há 37 anos na cidade de Faro. Pela primeira vez, as notícias de um possível atentado, no maior evento de motos conhecido em Portugal, fizeram-se ouvir em todos os meios de comunicação. José Amaro já tinha contado ao POSTAL que a possibilidade de afectar o número de participantes era elevada. Até ao meio dia em ponto, do terceiro dia de Concentração, totalizaram-se 12.500 inscritos.

Quem transmite a informação é Jorge Carvalho da Silva, adjunto do Presidente da Câmara Municipal de Faro e, voluntário no evento há 19 anos. “Ao meio dia de hoje contavam-se 12.500 inscritos e nada de Hells Angels”, afirma Jorge da Silva. Segundo a mesma fonte, todos os anos, este grupo de motards, ocupa um espaço específico no Vale das Almas e este ano “esse espaço não está ocupado por ninguém”.

Ainda segundo o mesmo, é cedo para se fazerem contas finais, uma vez que o concerto de Xutos e Pontapés, que decorre na noite de sábado, dia 21 de Julho, “irá trazer muita gente”.

Jorge Silva participa na Concentração há 25 anos e, na sua opinião: “a edição deste ano está mais calma, está simples e mais descontraída.

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Da mesma opinião são o casal Vicente e Raquel que vieram a conduzir desde Ciudad Real, em Espanha, a 550 quilómetros de Faro, para estarem presentes pela primeira vez na Concentração. Confessam que para o ano pretendem voltar e que o ambiente não podia ser melhor.

Com uma opinião um pouco diferente encontra-se Celso Moreira. Desloca-se há 10 anos do Porto, rumo a Faro, com o mesmo grupo de amigos. Segundo este: “a Concentração e o Algarve em si está fraco. Já o percorri de uma ponta à outra e em comparação com os outros anos falamos numa diferença de 50%”. Apesar disso, conclui, confessando ao POSTAL que: “enquanto for vivo, hei de cá vir”.

(Maria Simiris / Henrique Dias Freire)

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