Há futuro no Movimento Democrata Cristão do Baixo Guadiana

Há futuro no Movimento Democrata Cristão do Baixo Guadiana

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Joao e Maria
João Rocha e Silva, coordenador-geral da J-MDCBG, e Maria Barão Iria, coordenadora-adjunta (Foto: D.R.)

A Juventude do Movimento Democrata Cristão do Baixo Guadiana (J-MDCBG) tem como objectivo principal acompanhar as atividades do movimento e representar os jovens que alinham nas fileiras do Movimento Democrata Cristão do Baixo Guadiana, o que não quer dizer que possa ter posicionamento político em diversas matérias comuns aos concelhos de Alcoutim, Castro Marim, Vila Real de Santo Antônio, Tavira e Mértola. Temos preocupações relacionadas com a desertificação do interior (despovoamento, desemprego jovem, Serviços de necessidade básicos, educação, cultura) e defendemos políticas públicas de incentivo ao desenvolvimento do interior.

A J-MDCBG pretende ser uma voz ativa no combate às desigualdades sociais, assente numa política democrata cristã. Nesta fase inicial, vamos focar-nos no combate à desertificação do interior do Baixo Guadiana, promovendo ações de debate, palestras e conferências, sendo que, neste momento, estamos a fazer um levantamento dos problemas existentes nos concelhos que abrangem o Baixo Guadiana.

Na mobilidade dos concelhos que compõem o Baixo Guadiana, os horários dos transportes públicos entre os centros urbanos e a serra, devem ser repensados e adaptados às necessidades do território. João Rocha e Silva refere que “numa conversa com um jovem de Alcoutim, dizia este que, para ir para a escola tem que se levantar por volta das quatro e meia da manhã, para conseguir apanhar o autocarro das cinco horas, sendo que entra na escola às nove”. Considerando estes exemplos, entendemos que se deve adotar medidas para encurtar o tempo de viagem dos transportes públicos, uma preocupação que afeta a maioria dos concelhos que integram o Baixo Guadiana.

Sobre a saúde, sentimos necessidade de mais médicos no apoio às povoações do interior, uma vez que, muitas pessoas têm que se deslocar muitos quilómetros para terem acesso aos serviços de saúde a que têm direito.

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