AS DEZ PRAGAS DO ALGARVE – Editorial de Henrique Dias Freire

AS DEZ PRAGAS DO ALGARVE – Editorial de Henrique Dias Freire

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A OPINIÃO de HENRIQUE DIAS FREIRE Jornalista e director do jornal Postal do Algarve diasfreire@gmail.com
O EDITORIAL de HENRIQUE DIAS FREIRE
Jornalista e director do jornal Postal do Algarve
diasfreire@gmail.com

O Algarve vive momentos de aparente euforia. É Agosto e não faltam festas e festinhas para animar residentes e visitantes. A receita parece ser sempre a mesma mas a região e as suas gentes merecem mais do que isto.

Viver no Algarve é ter que viver em constante sobressalto com a eterna sazonalidade. E só quem cá vive durante os 12 meses consegue perceber e sentir essa calamidade.

Mas se o problema fosse apenas a sazonalidade não estaríamos mal de todo. Viver na região é estar sujeito às “Dez Pragas do Algarve”. Além dos altos e baixos sazonais, temos um dos maiores problemas de mobilidade do país. O uso diário da viatura é quase inevitável. A falta de estacionamentos é quase dantesca. O transporte ferroviário é uma desgraça com mais de metade do traçado ainda por electrificar. Carruagens velhas, sem ar condicionado. Poucos comboios com avarias constantes e cortes sempre incertos na frequência das velhinhas automotoras.

A falta e tardia requalificação da EN 125 é “criminosa”. As portagens da A22 são hoje uma das grandes cúmplices nas mortes e acidentes que ocorrem diariamente na EN 125, também conhecida pela Rua que atravessa o Algarve.

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