Região do Algarve já tem Plano de Acção e Salvaguarda da Dieta...

Região do Algarve já tem Plano de Acção e Salvaguarda da Dieta Mediterrânica

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A Feira da Dieta Mediterrânica decorre entre os dias 6 e 9 de Setembro nas margens do Rio Gilão, em Tavira (Foto: D.R.)
A Feira da Dieta Mediterrânica decorre entre os dias 6 e 9 de Setembro nas margens do Rio Gilão, em Tavira (Foto: D.R.)

Após um período de consulta pública, já foi aprovada a versão definitiva do Plano de Acção e Salvaguarda da Dieta Mediterrânica para a região do Algarve, no qual participam as entidades que elaboraram a candidatura da Dieta Mediterrânica (DM) a Património Cultural Imaterial da Humanidade, apresentada por sete países (Portugal, Chipre, Croácia, Grécia, Espanha, Itália e Marrocos) e aprovada no dia 4 de Dezembro de 2013, na 8ª Sessão do Comité Intergovernamental para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial da UNESCO.

Na introdução do Plano, Francisco Serra, presidente da Comissão de Coordenação de Desenvolvimento Regional do Algarve (CCDR Algarve) e da Comissão Regional da Dieta Mediterrânica, sublinha a necessidade de assegurar “a articulação entre as acções e actividades de forma a optimizar as ligações e sinergias entre os parceiros, garantindo uma actuação concertada a nível regional e dando resposta à concretização do Plano de Salvaguarda”.

“Com a apresentação do Plano de Actividades 2018-2021, pretende-se apoiar a sua continuidade de modo sustentável e transmitir às gerações vindouras o conceito da Dieta Mediterrânica” sublinha Francisco Serra, destacando o papel da Universidade do Algarve na elaboração do documento, no qual estão “listadas intervenções que foram objecto de consenso regional sendo um projecto transversal ao território e estruturante no âmbito da estratégia regional pela capacidade que têm em mobilizar domínios relevantes para a região da identidade à produção e consumo”.

“O esforço de valorização e promoção dos valores culturais e naturais deverá ser encarado como uma oportunidade para o desenvolvimento de actividades com relevância socioeconómica e como forma de acrescentar valor à oferta regional contribuindo para a consolidação do turismo cultural e de natureza e para o combate à sazonalidade”, conclui o presidente da CCDR Algarve.

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