3º Festival do Contrabando em Alcoutim será no último fim-de-semana de Março

3º Festival do Contrabando em Alcoutim será no último fim-de-semana de Março

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Ponte pedonal flutuante liga as vilas de Alcoutim e de Sanlúcar de Guadiana (Foto: D.R.)

A terceira edição do Festival do Contrabando em Alcoutim (Portugal) e Sanlúcar de Guadiana (Espanha) terá lugar entre 29 e 31 de Marco, oferecendo a todos os visitantes dias repletos de animação, história, artes e cultura, serão muitas as actividades disponíveis nestes dias.

O Festival do Contrabando – Tráfico de Artes no Guadiana é um evento internacional de âmbito cultural, inserido numa estratégia de desenvolvimento turístico para o território, que se realiza nas vilas de Alcoutim e de Sanlúcar de Guadiana, organizado pelos respectivos municípios, com o apoio do Governo de Portugal, Turismo de Portugal, Região de Turismo do Algarve e 365 Algarve, Consejeria de Presidencia de Junta de Andalucia, Diputación de Huelva, Patronato Provincial de Turismo de Huelva, Mancomunidad de Beturia e Fundación Cajasol.

O festival tem como objectivo apostar na identidade cultural da região como forma de valorizar as potencialidades do território, através das artes, trazendo uma oferta cultural que desafia todas as condicionantes existentes.

Trata-se de um evento diferente e singular, com uma identidade própria de fronteira e de homenagem histórica às suas gentes, através de um tema enraizado na memória colectiva local, regional, nacional e ibérica, como era a actividade do contrabando, e associando esta homenagem a toda uma oferta de animação cultural.

Durante três dias, o mercado e teatralização de rua com personagens da época, animações musicais, folclóricas e etnográficas, espectáculos de teatro, circo e música, bem como a passagem entre Portugal e Espanha pela ponte pedonal flutuante convertem este evento num produto âncora da estratégia de desenvolvimento da região, valorizando a economia local, o património histórico, os saberes tradicionais, estimulando iniciativas culturais, através de uma posição única, em que o rio Guadiana é fronteira natural, criando condições para que se formulem novas visões estratégicas para o desenvolvimento do território transfronteiriço de baixa densidade.

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