Leitura da semana: Engenhos Mortíferos, de Philip Reeve

Leitura da semana: Engenhos Mortíferos, de Philip Reeve

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A rubrica Leitura da Semana é publicada semanalmente à terça-feira;
Paulo Serra é doutorado em Literatura na Universidade do Algarve e investigador do CLEPUL

Num cenário pós-apocalíptico, milénios depois de a Terra ter sido devastada por terramotos, erupções vulcânicas e pela descida para sul dos glaciares, a espécie humana deixou de viver sobre o solo terrestre. As cidades, mesmo as metrópoles como Londres, sobrevoam agora o planeta, numa perseguição incessante, alimentando-se umas das outras, propulsionadas por engenhos de tracção, devorando e desmantelando as suas presas sob a mastigação de enormes mandíbulas hidráulicas.

Posto assim, pode parecer um pouco inverosímil mas a partir do momento em que somos apresentados a Tom Natsworthy, um jovem Aprendiz de Terceira Classe, um servente, dada a sua condição desesperançada de órfão, não há muito tempo para colocar em causa as premissas deste mundo paralelo, entre a ficção científica e a fantasia.

Philip Reeve estreou-se como escritor com o livro “Engenhos Mortíferos” (Fotos: D.R)

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