Faro: Projeto Terra-Seixe apresenta “Antes que arda outra vez”

Faro: Projeto Terra-Seixe apresenta “Antes que arda outra vez”

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A CCDR Algarve será palco do evento (Foto de arquivo: D.R.)

Vão ser apresentados, no auditório da CCDR do Algarve, em Faro,

Os resultados do projeto TerraSeixe – Gestão Ambiental Partilhada no Sudoeste de Portugal, apoiado pelo programa CRESC ALGARVE 2020, vão ser apresentados, no auditório da CCDR do Algarve, em Faro. A sessão realiza-se no próximo dia 22 de março, entre as 10 e as 17 horas, e conta com a participação do secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural, Miguel João de Freitas.

Esta apresentação proporciona um debate participado acerca da temática da dinamização e ordenamento sustentáveis dos territórios num contexto de alterações climáticas, envolvendo especialistas, políticos e cidadãos.

O projeto em foco desenvolveu estudos de base para a gestão ambiental partilhada do território da bacia hidrográfica da Ribeira de Seixe, que contempla os concelhos de Monchique, Aljezur e Odemira, numa abordagem intermunicipal e inter-regional. Marlene Marques, presidente do GEOTA, reiterou que “este projeto pretende introduzir em Portugal uma metodologia colaborativa e participativa para a gestão do território”.

Evento promove debate acerca da gestão ambiental (Foto: D.R.)

Entre 2003 e 2018, esta área foi varrida por violentos incêndios, cujos impactes ambientais e económicos foram bastante significativos, agravando o despovoamento e a desertificação física. Presidente do GEOTA alertou, também, que “face aos recentes incêndios e aos seus impactos catastróficos reiterados é preciso repensar o modelo de desenvolvimento que queremos antes que arda outra vez”.

O projeto é liderado pelo GEOTA em parceria com a Câmara Municipal de Aljezur, Câmara Municipal de Monchique, a Câmara Municipal de Odemira, a Junta de Freguesia de Odeceixe, a Associação Vicentina, ICNF-DCN Algarve, a APA-ARH Algarve, a Universidade do Algarve (Centro de Estudos em Património, Paisagem e Construção), a Universidade de Évora (Polo de Évora do Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos), Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa (Grupo de Investigação Ambiente, Território e Sociedade) e a Faculdade de Ciências e Tecnologia Universidade da Nova de Lisboa.

(Andrea Camilo / Cristina Mendonça)

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