Câmara de VRSA inicia dissolução da empresa municipal SGU

Câmara de VRSA inicia dissolução da empresa municipal SGU

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Prémio nacional, no valor de dez mil euros, tem o objectivo de promover a investigação e a literatura sobre história no país (Foto D.R.)

O município de Vila Real de Santo António aprovou, esta segunda-feira, em Reunião de Câmara, o plano de dissolução da empresa municipal VRSA – Sociedade de Gestão Urbana (SGU), EM SA, cujo único acionista é o próprio município.

Conforme explica a autarquia vila-realense em comunicado de imprensa “esta decisão resulta da acumulação de três resultados anuais líquidos negativos por parte da empresa, o que, de acordo com o artigo 62.º do Regime Jurídico da Atividade Empresarial Local, obriga à sua dissolução”.

Este procedimento tem também por base “os últimos relatórios do Fundo de Apoio Municipal (FAM), entidade que se encontra atualmente a intervencionar o município, nos quais a viabilidade da VRSA SGU já foi definitivamente posta de parte por insuficiência de receitas que permitam que a mesma permaneça em exercício”, acrescenta.

O processo passará agora por duas fases distintas: a dissolução (1ª fase) e a liquidação (2ª fase), as quais serão submetidas à apreciação da Assembleia Municipal de VRSA.

Para Conceição Cabrita, presidente da Câmara Municipal de VRSA, “a solução que agora se equaciona é que terá menor impacto e permitirá salvaguardar os empregos de quase uma centena de trabalhadores, através da sua internalização – e das respetivas atividades da empresa municipal – na estrutura orgânica do município”.

“Tendo em consideração o quadro financeiro que herdei, particularmente os resultados negativos da VRSA SGU registados nos últimos exercícios, a dissolução da empresa era uma inevitabilidade que me acompanhou desde que tomei posse como presidente da Câmara Municipal e foi a solução apontada por todas as entidades que têm acompanhado o processo de reequilíbrio financeiro da autarquia”, frisa Conceição Cabrita.

Nesta sequência, a opção encontrada passa pela “integração progressiva das áreas estratégicas até então desenvolvidas pela VRSA SGU na estrutura da Câmara Municipal, tendo em consideração que, neste momento, equipamentos e setores de manifesto interesse público – como é o caso do Complexo Desportivo, Piscinas Municipais, Centro Histórico e determinadas áreas comerciais e espaços públicos – se encontravam sob a alçada da empresa municipal”.

O município de Vila Real de Santo António aprovou, esta segunda-feira, em Reunião de Câmara, o plano de dissolução da empresa municipal VRSA – Sociedade de Gestão Urbana (SGU), EM SA, cujo único acionista é o próprio município.

Conforme explica a autarquia vila-realense em comunicado de imprensa “esta decisão resulta da acumulação de três resultados anuais líquidos negativos por parte da empresa, o que, de acordo com o artigo 62.º do Regime Jurídico da Atividade Empresarial Local, obriga à sua dissolução”.

Este procedimento tem também por base “os últimos relatórios do Fundo de Apoio Municipal (FAM), entidade que se encontra atualmente a intervencionar o município, nos quais a viabilidade da VRSA SGU já foi definitivamente posta de parte por insuficiência de receitas que permitam que a mesma permaneça em exercício”, acrescenta.

O processo passará agora por duas fases distintas: a dissolução (1ª fase) e a liquidação (2ª fase), as quais serão submetidas à apreciação da Assembleia Municipal de VRSA.

Para Conceição Cabrita, presidente da Câmara Municipal de VRSA, “a solução que agora se equaciona é que terá menor impacto e permitirá salvaguardar os empregos de quase uma centena de trabalhadores, através da sua internalização – e das respetivas atividades da empresa municipal – na estrutura orgânica do município”.

“Tendo em consideração o quadro financeiro que herdei, particularmente os resultados negativos da VRSA SGU registados nos últimos exercícios, a dissolução da empresa era uma inevitabilidade que me acompanhou desde que tomei posse como presidente da Câmara Municipal e foi a solução apontada por todas as entidades que têm acompanhado o processo de reequilíbrio financeiro da autarquia”, frisa Conceição Cabrita.

Opção encontrada passa pela integração progressiva das áreas estratégicas

Nesta sequência, a opção encontrada passa pela “integração progressiva das áreas estratégicas até então desenvolvidas pela VRSA SGU na estrutura da Câmara Municipal, tendo em consideração que, neste momento, equipamentos e setores de manifesto interesse público – como é o caso do Complexo Desportivo, Piscinas Municipais, Centro Histórico e determinadas áreas comerciais e espaços públicos – se encontravam sob a alçada da empresa municipal”.

“São áreas fundamentais de gestão que não faziam parte da estrutura da Câmara Municipal de Vila Real de Santo António e que devem ser mantidas e integradas, no seu essencial, na estrutura de funcionamento da autarquia”, prossegue a autarca.

As metas do plano de dissolução passam também pelo “enquadramento da dívida da SGU na reformulação do Plano de Ajustamento Municipal (PAM), em execução para o Município, permitindo à autarquia assumir os seus compromissos e consolidar o património ativo e passivo da empresa municipal com o refinanciamento dos empréstimos bancários concedidos”.

“Este processo representa mais um passo na consolidação financeira do município – a qual pretende a recuperação da sua credibilidade junto das entidades externas – e é acompanhada pelo Programa de Equilíbrio Orçamental, o qual já reduziu a despesa autárquica em cerca de cinco milhões de euros (mais de 20 por cento)”, pode ler-se na nota de imprensa enviada à nossa redação.

“Estes dados demonstram que os resultados da aplicação do plano, que tem como missão recuperar as contas municipais, está a produzir resultados positivos e permitirá consolidar a situação financeira da Câmara Municipal de VRSA”, finaliza.

(CM)

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