Escola de Hotelaria e Turismo de VRSA elimina propinas no ensino obrigatório

Escola de Hotelaria e Turismo de VRSA elimina propinas no ensino obrigatório

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O custo das inscrições e matrículas, para s níveis IV e V será reduzido em 50%
(Foto D.R.)

As Escolas do Turismo de Portugal, onde se integra a Escola de Hotelaria e Turismo de Vila Real de Santo António, vão abolir, já no próximo ano letivo 2019/2020, as propinas para os estudantes que frequentam cursos de nível IV, que corresponde aos alunos que estão a cumprir a escolaridade obrigatória. Esta é uma das principais novidades do ano letivo que se avizinha, e cujas candidaturas à 1.ª fase estão abertas até 18 de julho.

“Sendo uma das instituições públicas com missão de formar recursos para o setor do turismo, e procurando garantir os princípios constitucionais da igualdade de oportunidades e do acesso de todos os estudantes à educação gratuita, a eliminação das propinas de frequência para os cursos de dupla certificação de nível IV não é a única novidade que o Turismo de Portugal apresenta para o ano letivo 2019/2020”, explica a Escola de Hotelaria e Turismo de Vila Real de Santo António em comunicado de imprensa.

“Será também reduzido em 50% o custo das inscrições e matrículas, tanto para o nível IV como para o nível V, criando condições para o reforço da atratividade dos cursos e consequentemente para o reforço da captação de talento para o sector”, acrescenta.

O Turismo de Portugal aposta ainda na diferenciação positiva das escolas situadas nos territórios de baixa densidade, nomeadamente em Vila Real de Santo António, através do financiamento de 50% das propinas dos alunos dos Cursos de nível V.

“Desta forma, este ano, estudar na Escola de Hotelaria e Turismo de V. R. Santo António custa menos! Porque queremos que os alunos tenham melhores condições e porque queremos que mais jovens possam estudar na nossa escola, este ano vão ser eliminadas as propinas de frequência dos nossos cursos de nível IV e reduzir os custos de inscrição e matrícula para todos”, pode ler-se no comunicado.

(CM)

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