Sinalética Universal dos Ecopontos arranca em Almancil

Sinalética Universal dos Ecopontos arranca em Almancil

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Projecto visa a harmonização da sinalética para os 308 municípios portugueses
Projecto visa a harmonização da sinalética para os 308 municípios portugueses

A Sinalética Universal dos Ecopontos arrancou hoje em Almancil. O projecto foi apresentado neste Dia Mundial do Ambiente, no Jardim das Comunidades, pela ALGAR e pela Sociedade Ponto Verde, numa cerimónia que contou com a presença do vereador do Ambiente da Câmara Municipal de Loulé, Pedro Oliveira.

Trata-se de um projecto que tem como objectivo “harmonizar as regras de reciclagem em todo o país e esclarecer de forma mais eficaz o consumidor, tornando o ato de separação mais simples e claro”, explica a autarquia de Loulé.

A Sinalética Universal é um projecto único a nível europeu que visa a harmonização da sinalética para os 308 municípios portugueses, e que resultou de um trabalho desenvolvido por uma equipa conjunta da EGF, EGSRA e Sociedade Ponto Verde, com a colaboração dos sistemas municipais de gestão de resíduos e as autarquias.

Este projecto, agora concluído, coloca Portugal como um exemplo na implementação de uma sinalética comum, que será igual para todas as pessoas independentemente do município onde habitam ou da fonte de informação consultada.

Ao longo dos próximos anos, esta nova sinalética será progressivamente implementada nos mais de 41 mil ecopontos espalhados pelo território nacional e nos diversos suportes de comunicação.

Segundo os responsáveis da Sociedade Ponto Verde, a iniciativa “contribuirá para mitigar as situações geradoras de um consumidor mal informado, dúvidas e erros na separação dos resíduos, contribuindo para que Portugal possa alcançar os seus compromissos em matéria de reciclagem”.

“Acreditamos que este trabalho vai ajudar a reduzir os erros e dúvidas e contribuir para o aumento da separação de resíduos por parte dos cidadãos e para a redução do refugo, materiais que são colocados indevidamente nos ecopontos gerando custos na sua segregação”, refere Luís Veiga Martins, director geral da Sociedade Ponto Verde.

Por seu turno, o vereador da Câmara de Loulé congratulou-se com o facto deste projecto ter arrancado no concelho, mais concretamente na freguesia de Almancil, e considerou que este é “o reconhecimento do trabalho que a Câmara está a encetar neste últimos tempos”.

“Estas instituições como a Sociedade Ponto Verde ou a Algar escolheram o território de Loulé, nomeadamente Almancil, para lançarem esta campanha, o que para nós reveste-se não só de grande importância mas é também um desafio à Câmara Municipal”, disse Pedro Oliveira.

Segundo se pode ler na nota imprensa enviada à nossa redacção, “é uma iniciativa que vai ao encontro da política para o ambiente que tem sido desenvolvida pela autarquia, desde logo junto das escolas”.

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