Vila Real vai ter novo polo de formação do IEFP

Vila Real vai ter novo polo de formação do IEFP

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Novo polo de formação profissional representa um investimento de 425 mil euros a cargo do IEFP
Novo polo de formação profissional representa um investimento de 425 mil euros a cargo do IEFP

A Câmara de vila Real de Santo António, liderada por Luís Gomes, anunciou que o Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) deu início à construção do novo polo de formação de Vila Real de Santo António. A obra está avaliada em 425 mil euros, financiados pelo instituto, e deverá estar concluída no início de 2016.

O espaço escolhido para acolher a nova infra-estrutura do IEFP é um edifício cedido pela autarquia vila-realense na Urbanização das Amoreiras, com o projecto a contemplar cinco salas de formação geral e tecnologias de informação e comunicação, uma loja pedagógica, bem como um espaço de oficina polivalente, permitindo a aprendizagem prática em contexto de trabalho e em ligação às empresas.

O polo será vocacionado para a formação nas áreas da electricidade, frio e climatização, canalização, gás, manutenção hoteleira e hospitalar e energias renováveis.

Para Luís Gomes “este equipamento irá desempenhar um papel estratégico na qualificação do emprego e formação profissional a nível local e regional, pelo que o envolvimento da Câmara Municipal na sua criação é mais um exemplo de responsabilidade social”.

Por outro lado, refere o autarca, o novo polo “dá seguimento ao Plano de Emprego de Vila Real de Santo António, uma estratégia pioneira desenvolvida em parceria com associações e entidades públicas e privadas que visa a promoção do emprego e do empreendedorismo”.

A oferta formativa a disponibilizar no polo integra ainda diversos cursos com saídas profissionais nas áreas de técnico comercial, vendas, logística, vitrinismo, multimédia, artes gráficas e organização de eventos.

Finalmente a autarquia esclarece que o equipamento servirá também para a qualificação profissional nas áreas do turismo e lazer, agricultura, economia do mar, desenvolvimento rural, saúde e serviços pessoais, embora possam vir a ser desenvolvidas outras actividades de formação modular que venham a ser consideradas necessárias pelo IEFP ou pelo tecido empresarial local.

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