PCP nota ‘clara e efectiva melhoria’ da economia

PCP nota ‘clara e efectiva melhoria’ da economia

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Deputado Paulo Sá, ao analisar dados do INE, destaca melhoria da economia (Foto: António Cotrim/Lusa)
Deputado Paulo Sá, ao analisar dados do INE, destaca melhoria da economia (Foto: António Cotrim/Lusa)

O deputado algarvio comunista Paulo Sá destacou hoje “uma clara e efectiva melhoria da actividade económica nos três primeiros trimestres deste ano”, ao analisar os dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) sobre a evolução económica em Portugal.

“Revelam uma clara e efectiva melhoria da actividade económica nos três primeiros trimestres deste ano. É já o reflexo das medidas de recuperação de rendimentos implementadas no último ano, após a derrota do Governo PSD/CDS e da sua política”, afirmou, nos passos perdidos do parlamento.

O parlamentar do PCP justificou o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) com “o aumento do consumo privado”, considerando-o “um reflexo da melhoria das condições de vida dos trabalhadores”.

“Se esta política de recuperação de direitos e rendimentos fosse mais longe também estes números do PIB poderiam ser mais expressivos e significativos, tal como o crescimento do emprego. Reafirmamos a necessidade de prosseguir e aprofundar esta política, mas para isso é necessário romper com os constrangimentos externos, nomeadamente as imposições da União Europeia e da dívida”, defendeu.

Segundo a estimativa rápida do organismo de estatística português, a economia cresceu 1,6% no terceiro trimestre do ano em termos homólogos e 0,8% face ao trimestre anterior, acima das previsões dos analistas.

Para o INE, “o crescimento mais intenso do PIB reflectiu principalmente o aumento do contributo da procura externa líquida, verificando-se uma aceleração mais expressiva das exportações de bens e serviços” face à das importações de bens e serviços, além do contributo da procura interna para a variação homóloga do PIB no terceiro trimestre, em resultado da “aceleração do consumo privado”.

(Agência Lusa)

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