Rui Matos expõe esculturas em ferro em Loulé

Rui Matos expõe esculturas em ferro em Loulé

507
PARTILHE
Exposicao Rui Matos
Exposição vai estar patente ao público até 3 de Março

A Galeria de Arte do Convento Espírito Santo, em Loulé, recebe a ‘Na ausência do Corpo. Histórias de outras idades’, de Rui Matos, com inauguração marcada para 12 de Janeiro, pelas 18 horas.

É uma mostra de 12 trabalhos em ferro onde cada “escultura é feita de sentimentos”, afirma o artista. “Desenhar no espaço tridimensional. Não construir um corpo ou um edifício, mas um espaço imaginário. A finalidade não está no objecto, mas no acto de projectar, delimitar, organizar, dirigir”, considera.

A exposição vai estar patente ao público até 3 de Março e pode ser visitada de terça a sexta-feira, das 9.30 às 17.30 horas, e aos sábados, das 9.30 às 16 horas, com entrada livre.

Primeira exposição individual do artista foi em 1987

Rui Matos nasceu em Lisboa, em 1959, e vive e trabalha próximo de Sintra. Frequentou o Curso de Escultura da Escola Superior de Belas Artes de Lisboa, entre 1980 e 1987 e, em 1993, foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian.

- Pub -

A sua primeira exposição individual foi em 1987, em Lisboa, com esculturas em ardósia, seguindo-se, em 1989, ‘Mediterrâneo’ com Isabel Augusta (Cooperativa Árvore, Porto) e ‘Primeira Ilha’ (Galeria de Colares), com esculturas em bronze fundido. A primeira exposição com trabalhos em pedra aconteceu em 1991 – ‘Enormidade, Sequência e Naufrágio’ (Galeria Carvalho e Araújo, Braga), seguindo-se ‘Transformações – Relatos Incertos’ (Galeria Cubic, Lisboa), ‘Objectos de Memória’ (Giefarte, Lisboa) e ‘Histórias incompletas’ (Galeria Cubic, Lisboa).

Rui Matos começou a trabalhar com o ferro em 2008

Em 2008 começou a trabalhar o ferro, apresentando as exposições ‘A Pele das Coisas’ (Teatro Camões, Lisboa), ‘Transformo-me naquilo que toco’ (Giefarte, Lisboa), ‘Por dentro’ (Fundação Portuguesa das Comunicações) e ‘Transmutações’ (Sá da Costa, Lisboa).

Rui Matos já realizou diversas intervenções e obras públicas, como é o caso do ‘Monumento à Revolta dos Marinheiros de 1936’, em Almada; ‘Monumento à Água’, na Escola Secundária de São Pedro do Sul; escultura alusiva ao poeta João Ruiz Castelo-Branco, no Parque dos Poetas em Oeiras; escultura pública na Estrada do Guincho, junto à Boca do Inferno, em Cascais; ou Monumento a Luís de Camões, com Clara Menéres, em Paris.

Comentários no Facebook