Agostinho da Silva no POSTAL

Agostinho da Silva no POSTAL

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A OPINIÃO de HENRIQUE DIAS FREIRE; Editor do Cultura.Sul geralcultura@gmail.com
A OPINIÃO de HENRIQUE DIAS FREIRE;
Editor do Cultura.Sul
geralcultura@gmail.com

Trinta anos após ter sido primeira página no jornal POSTAL, com o título “Mais e mais heterónimos…”, o Professor Agostinho da Silva volta a ter honras de primeira página. Desta vez, é capa no nosso Caderno de Artes & Letras CULTURA.SUL e é a personalidade focada na rubrica “Marca d’água”, da colaboradora e investigadora Maria Luísa Francisco.

Na edição de Abril de 1988 fiz referência no meu editorial que o POSTAL transcrevia parte da sua dissertação dada em Tavira, a que veio propositadamente apenas por algumas horas. Pessoa de poucas saídas e então já com 82 anos, o Professor Agostinho da Silva confessou-nos a sua particular atracção por Tavira.

A sua intervenção na abertura do Encontro de Centros de Cultura da Província foi uma lição que soube tocar irreversivelmente quantos estiveram presentes. E, em boa hora, o nosso colaborador Jorge de Sousa (ex-director da Escola Secundária de Tavira) fez a transcrição da gravação feita num texto com muita mestria e que ocupou as páginas de três edições do POSTAL.

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E na nossa edição de Outubro de 1988, num suplemento cultural denominado Álvaro de Campos – 1890 Tavira 1990 – Agostinho da Silva escreveu uma crónica para os nossos leitores com o título “É a hora”.

No ano seguinte, em Janeiro de 1989, na rubrica “Perspectivas” assinada por Cristina Giro (actualmente magistrada judicial) e com o título “Vida e Morte de Génios”, a autora fazia alusão ao recente falecimento de Salvador Dali e enaltecia a obra do filósofo português contemporâneo Agostinho da Silva.

E é no ano seguinte, a partir da nossa edição de 18 de Maio de 1990, que Agostinho da Silva passa a manter uma colaboração regular com o POSTAL, assinando a sua primeira crónica com o título “Um soneto e um breve comentário”. Seguiram-se títulos como “O mensageiro”, “Portugal”, “Secretário com muita honra e gosto”, “Talvez Portugal tivesse feito bem em não navegar…” e tantos outros, cuja colaboração se prolongou até 20 de Dezembro de 1991 e cujas últimas crónicas assinava como “George Agostinho, vosso irmão-servidor.

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