Ciganos estavam a roubar alfarroba e agrediram violentamente casal do terreno

Ciganos estavam a roubar alfarroba e agrediram violentamente casal do terreno

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“Os ciganos estavam a roubar alfarroba no terreno de um casal. Quando a senhora se dirigiu a eles a pedir satisfações, agrediram com muita violência primeiro a senhora e depois o seu marido” (Foto publicada por Pedro Rodrigo D.R.)
“Os ciganos estavam a roubar alfarroba no terreno de um casal. Quando a senhora se dirigiu a eles a pedir satisfações, agrediram com muita violência primeiro a senhora e depois o seu marido” (Foto publicada por Pedro Rodrigo D.R.)

“Violência praticada pelos ciganos. Sim, digo ciganos!”, foi assim o desabafo que Pedro Rodrigo deixou sua página de FB, na tarde de hoje.

“No passado dia 18 de Agosto, um casal meu amigo foi violentamente agredido por ciganos. Foi perto da sua casa no Prego, freguesia de Santo Estêvão”.

“Os ciganos estavam a roubar alfarroba no terreno deste casal, quando a senhora se dirigiu aos ditos cujos pedir satisfações. Estes acharam se no direito de invadir propriedade privada e roubar o que não era seu”.

“Sem mais ‘razão’, agrediram com muita violência primeiro a senhora e depois o seu marido”.

“Entretanto o casal chamou a GNR e estes convenientemente, ou não, chegaram uma hora depois da ocorrência! Estranho não é?”

“Tenho uma ideia que até as autoridades têm medo destes ‘tipos’ intitulados ciganos”.

Ainda segundo o post, Pedro Rodrigo adienta que “descobriu-se que são residentes em Olhão”.

Segundo a indignação do mesmo, “episódios destes estão a ocorrer diariamente: roubos de alfarroba, ameaças, agressões por parte desta etnia. E não, não são de outra raça, são mesmo ciganos”.

Mas vai mais longe e diz que já presenciou “a venda de Alfarroba no Madeira e Madeira e onde basta apresentar um número de contribuinte para vender a alfarroba”.

“Pois bem não conheço nenhum cigano dono ou arrendatário de terreno ou documento de origem da alfarroba! Será tudo roubado?”

Indignado, conclui que “isto tem que parar! A tolerância tem limites! Viverem à nossa custa. Não quererem trabalhar nem se integrar na sociedade e ainda por cima… roubar e agredir? Não acham que um dia isso tem que acabar?”

“Fica aqui a nota de revolta de muitas pessoas não se sentem defendidas pelo estado!”

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