DECO: “Como funciona o pagamento de compras com o telemóvel?”

DECO: “Como funciona o pagamento de compras com o telemóvel?”

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A MB Way é a aplicação número um em pagamentos móveis (Foto: D.R.)

A DECO responde…

Se já lhe aconteceu chegar à caixa do supermercado, procurar a carteira e ter de deixar as compras para trás porque se esqueceu do dinheiro em casa, sabe como é frustrante. Agora imagine que o funcionário lhe diz que não precisa de dinheiro nem de cartões para fazer o pagamento, basta-lhe o telemóvel.

Realizar transações através de um smartphone, como fazer pagamentos numa loja em física ou online, ou transferir dinheiro de forma instantânea, é uma prática cada vez mais generalizada entre os portugueses.

Por cá, a MB Way é a aplicação número um em pagamentos móveis e permite, através da associação a um ou vários cartões de débito ou crédito, fazer transferências imediatas entre as contas dos utilizadores, compras online, pagamentos em espaços comerciais e levantamentos no multibanco.

Usar o smartphone para saldar a conta do supermercado é possível, desde que o comerciante tenha um terminal de pagamentos preparado para ler cartões contactless. Ou seja, um sistema em que basta abrir a aplicação, aproximar o telemóvel do terminal automático e digitar o PIN da aplicação para efetuar a transação.

O objectivo destes instrumentos é facilitar a vida aos consumidores, mas é importante que a segurança das transações esteja acautelada. Deste modo, não facilite na criação dos códigos PIN. Tomadas as precauções, estas aplicações de pagamentos móveis podem ser mais rápidas, práticas e baratas que os meios tradicionais e têm cada vez mais adeptos.

O facto de a MB Way ser a mais usada pelos portugueses tem dificultado o surgimento de mais operadores no mercado nacional. Mas, com a generalização da utilização destes meios de pagamento, é expectável que venham a surgir mais aplicações e novas formas de pagamento.

Resta saber se este novo mundo sem cartões nem dinheiro não acentuará mais a exclusão financeira daqueles que já vivem arredados das novas tecnologias.

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