Emprego no Algarve e em Lisboa cresce acima da média da UE

Emprego no Algarve e em Lisboa cresce acima da média da UE

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Em Portugal, a maior subida foi registada no Algarve (Foto: D.R.)

O emprego na região do Algarve e na área metropolitana de Lisboa cresceu em 2017 acima da média da União Europeia (UE), 5,3% e 4,1%, respetivamente, face ao período homólogo, divulgou esta terça-feira, 26 de Fevereiro, o Eurostat.

Em todas as regiões portuguesas, o crescimento foi acima da média da UE, que rondou os 1,6% para cerca de 236 milhões de postos de trabalho.

Segundo dados do gabinete de estatísticas da UE, foi registado um aumento no número de postos de trabalho em 253 regiões da União em 2017 (cerca de 90%), sendo que a maior subida homóloga (7,7%) no emprego foi verificada em Maiote, em França.

Em Portugal, a maior subida foi registada no Algarve, de 5,3%, aumentando em 11 mil o número de postos de trabalho para um total de 212 mil.

Seguiu-se a área metropolitana de Lisboa, onde foram criados, naquele ano, 55 mil postos de trabalho, um acréscimo de 4,1%, para um total de cerca de 1,4 milhões de empregos.

Em menor escala, estão os empregos criados no Norte (+2,9% para 1,65 milhões de empregos) e no Centro e no Alentejo (+2,7% em ambos para, respetivamente, pouco mais de um milhão e 296 mil empregos).

No conjunto do continente, a variação foi, assim, positiva, registando-se um aumento de 3,3% nos empregos para um total de quase 4,6 milhões, segundo noticiou a Lusa.

No que toca às regiões autónomas da Madeira e dos Açores, a subida foi, respectivamente, de 3,1% e 2,5% para totais de 112 mil e 110 mil empregos.

No que toca aos outros Estados-membros, verificaram-se subidas de 5,3% em Malta e na região da Boémia Central da República Checa, seguindo-se acréscimos de 4,7% no número de empregos em Herefordshire, Worcestershire e Warwickshire, no Reino Unido, e ainda de 4,1% na região Centro-Sul da Bulgária.

Em sentido inverso, as maiores quedas no emprego foram registadas em Basilicata, Itália (-2,7%), na região inglesa de Cúmbria (-2,4%), na região central e ocidental da Lituânia (-2,1%), em South Yorkshire, no Reino Unido (-2%), e ainda em Ligúria, em Itália (-1,9%).

Os dados divulgados têm por base as estatísticas de cada país da UE.

(CM)

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