Dois burlões detidos na Praia da Rocha

Dois burlões detidos na Praia da Rocha

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A PSP de Faro deteve durante a madrugada de hoje dois suspeitos, de 25 e 26 anos, um de nacionalidade portuguesa e outro estrangeiro, pela prática de crimes de burla.

Os suspeitos foram detidos na zona da Praia da Rocha, em Portimão (Foto D.R.)

Ao final da tarde de ontem, a Divisão Policial de Portimão “foi alertada para a presença dos suspeitos na zona da Praia da Rocha, tendo estes adquirido diversos artigos em roupa num estabelecimento comercial, sendo que no momento do pagamento, através da utilização de um cartão de débito e por distracção dos funcionários, lograram cancelar a transacção e proceder a uma reimpressão do talão do último pagamento efectuado naquele terminal, eximindo-se assim ao pagamento e provocando consequentemente prejuízo patrimonial ao estabelecimento”, afirma a PSP em comunicado.

Todo o efectivo policial em serviço foi alertado para esta situação, bem como para as características físicas dos suspeitos, no sentido de os conseguir localizar e identificar.

Já ao início da madrugada de hoje, “o efectivo do Corpo de Intervenção que se encontrava em missão de reforço de patrulhamento naquela zona da cidade de Portimão, foi alertado pelos responsáveis de um estabelecimento de diversão nocturna de que ali se encontravam dois indivíduos que procuravam eximir-se ao pagamento da despesa efectuada, pelo mesmo processo já acima descrito, presumindo-se desde logo que se seriam os mesmos da situação anterior, o que se veio a confirmar, tendo sido operada a sua detenção”, pode ler-se.

A PSP conseguiu ainda determinar que os suspeitos se encontravam alojados num estabelecimento hoteleiro daquela cidade, “tendo sido apreendidos no alojamento diversos artigos, maioritariamente roupas, que terão sido adquiridos com a utilização deste mesmo método criminoso, seguindo-se diligências para identificação dos estabelecimentos lesados”.

A PSP aconselha todos os comerciantes a terem atenção a este tipo de pagamentos, em especial quando de tratem de quantias mais elevadas, confirmando sempre que o talão impresso pelo terminal multibanco corresponde à transacção e valor em causa.

(Stefanie Palma / Cristina Mendonça)

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